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Unesp Botucatu cria comissão para apurar casos de violência entre alunos 

Resolução da instituição prevê que punição para infratores chegue à expulsão 

Educação|Do R7

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Com objetivo de aprimorar o processo de apuração de trotes violentos contra alunas do campus da Unesp, em Botucatu, o Grupo Administrativo do Campus criou, na última sexta-feira (30) uma Comissão Central de Sindicância. Os trabalhos do grupo têm início nesta segunda-feira (5).

A medida foi tomada após uma aluna do curso Nutrição da instituição ter denunciado ter sido estuprada em uma festa promovida por estudantes de medicina no fim de semana do dia 26 de abril.


Segundo a instituição, as denúncias já estavam sob investigação administrativa por comissões formadas nas unidades, mas, a partir de agora, serão acompanhadas por um único grupo composto por representantes das quatro faculdades da Unesp Botucatu.

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Foi informado que a Ouvidoria da Unesp (ouvidoria@reitoria.unesp.br) está aberta para o recolhimento de relatos e denúncias sobre casos de violência sexual nos campi.

Segundo a instituição, a punição para os infratores, regulamentada pela Resolução Unesp nº 86, de 4 de novembro de 1999, que dispõe sobre a proibição do trote na universidade, varia conforme a gravidade do caso, podendo chegar à expulsão.


No último dia 30, Marilza Vieira Cunha Rudge, vice-reitora no exercício da reitoria, manifestou-se publicamente sobre o caso.

— Lamento e me solidarizo com todas as alunas e alunos que possam ter sido submetidos a esse e qualquer outro constrangimento que fira sua dignidade como pessoa.

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