Autor de disparos no Parlamento morre e polícia busca por outros suspeitos, diz TV canadense
Um soldado foi atingido do lado de fora do edifício e encaminhado para um hospital
Internacional|Do R7

Um suspeito que entrou armado no Parlamento do Canadá foi morto dentro do prédio, informou a rede de TV CBC nesta quarta-feira (22), enquanto a polícia de Ottawa disse que seguia as buscas por um ou mais suspeitos.
"Nós estamos procurando suspeitos neste momento, portanto não sabemos se há um ou mais suspeitos", disse à Reuters o policial Constable Marc.
O deputado Bob Zimmer, do Partido Conservador, também disse que o autor dos tiros foi alvejado por agentes de segurança.
A rede de TV norte-americana CNN relatou que duas ou três pessoas podem estar envolvidas no tiroteio que aconteceu nesta quarta-feira (22) no memorial de guerra do Canadá em Ottawa.
Um soldado canadense levou um tiro e o homem que disparou foi visto correndo em direção ao Parlamento, onde mais tiros foram disparados, de acordo com relatos de testemunhas e informações da mídia local.
O edifício do Parlamento foi fechado, e policiais e equipes táticas estavam a caminho do local.
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O incidente acontece dois dias após um militante islâmico ter atropelado dois soldados canadenses, matando um, perto de Montreal.
O primeiro-ministro canadense, Stephen Harper, deixou o prédio do Parlamento e está em segurança, informou seu gabinete em um e-mail.
Um operário da construção que estava no local afirmou à Reuters que ouviu um tiro e depois viu um homem, vestindo preto com um lenço cobrindo seu rosto, correndo em direção ao prédio principal do Parlamento com uma arma na mão.
O homem parou um carro preto e o sequestrou, disse o operário Scott Walsh à Reuters. O motorista que estava no carro saiu em segurança, e o homem seguiu dirigindo em direção ao Parlamento, onde há um prédio em obras.
O homem armado passou por uma mulher, com uma criança em um carrinho, que fugiu gritando. Ele não atacou a mulher nem a criança, disse Walsh.
Um repórter do jornal Globe and Mail, que estava no prédio principal do Parlamento, tuitou que o prédio foi fechado depois que "ao menos um atirador o invadiu e abriu fogo".














