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Menina de quatro anos é estuprada por professor no Paquistão

Ele esperou a aula acabar, enviou as outras crianças para casa e levou a garotinha para o quarto

Internacional|Do R7

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Crime ocorreu em uma escola religiosa de Vehari
Crime ocorreu em uma escola religiosa de Vehari

Uma menina de quatro anos está hospitalizada em estado crítico após ter sido estuprada por um professor em uma escola religiosa na cidade de Vehari, no Paquistão, informou nesta sexta-feira (1º) à reportagem uma fonte policial.

O principal suspeito da agressão foi detido após uma denúncia. O crime teria ocorrido na terça-feira depois que a menor, identificada como Sumaya, foi pela primeira vez à escola religiosa.


"Após terminar as aulas e enviar as outras crianças para casa, o estuprador a levou para um quarto e consumou o crime", disse um policial de Vehari, Rao Tariq Pervez.

O professor estava há apenas dois meses no cargo. Após encontrar a menina inconsciente na escola, os familiares levaram a vítima para uma clínica "mas, perante a gravidade de seu estado, foi preciso transferi-la para um hospital maior, onde se constatou que tinha sido estuprada", disse Pervez.


A fonte afirmou que o estado da menina é crítico mas a vítima evolui positivamente das sequelas da agressão. Outro representante da polícia, Sadiq Ali Dogar, declarou ao jornal local "Express Tribune" que o suposto estuprador foi detido em uma escola próxima, onde tinha se escondido, e que outros dois professores do colégio onde o crime ocorreu fugiram.

O jornal informou ainda que após o crime moradores da zona realizaram um protesto e anunciaram um boicote às escolas religiosas locais.


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No mês passado, causou indignação no Paquistão o caso de um grupo de homens que estuprou uma menina de cinco anos.

Os criminosos deixaram a criança em um hospital e foram flagrados pelas câmeras de segurança do local, mas a polícia não conseguiu encontrá-los, o que gerou críticas da população.

As denúncias de estupros não param de crescer no país apesar dos esforços de alguns setores políticos e organizações de defesa das mulheres para combater este problema.

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