Movimentos sociais protestam contra terceirização no Dia do Trabalhador em BH
Trabalhadores criticam propostas que reduzem direitos trabalhistas
Minas Gerais|Do R7

As tradicionais marchas do Dia do Trabalhador tiveram um gosto amargo nesta sexta-feira (1º) em Belo Horizonte. Com a aprovação na Câmara dos Deputados do projeto de lei que permite a terceirização ilimitada, que pode reduzir salários, aumentar carga horária e precarizar relações trabalhistas, sindicatos e movimentos sociais transformaram a marcha do 1º de maio em protesto.
Os grupos também criticaram pontos do ajuste fiscal promovido pelo Governo Federal, atacando propostas que prejudiquem os trabalhadores. A repressão policial ao protesto de professores em Curitiba, nesta semana, também foi alvo de críticas.
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Na praça Afonso Arinos, no centro de BH, cerca de 600 pessoas participaram do ato. A marcha foi encabeçada pela CUT (Central Única dos Trabalhadores) e MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra). Eles marcharam até a Assembleia Legislativa e não houve registro de tumulto.
Segundo a PM, o único incidente foi registrado na avenida Álvares Cabral, no Santo Agostinho,
onde manifestantes picharam o muro do Banco Central. Ninguém foi detido.
Integrantes da Força Sindical fizeram um churrasco-protesto na praça Sete e distribuíram sardinha e vinho para criticar mudanças no seguro-desemprego e a falta de negociação do Governo do Estado com os servidores.










