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"Tarado do Dona Clara" confessa abusos, chora e pede desculpa

Marcel Barbosa dos Santos, de 30 anos, disse que "passava a mão nas mulheres"

Minas Gerais|Do R7, com Record Minas

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“Tarado do Dona Clara” chora ao ser preso e justifica crimes dizendo que foi abusado por primo quando era criança
“Tarado do Dona Clara” chora ao ser preso e justifica crimes dizendo que foi abusado por primo quando era criança Record Minas

O homem que ficou conhecido como o “Tarado do Dona Clara” chorou mais uma vez ao ser apresentado pela Polícia Civil nesta quinta-feira (30). Marcel Barbosa dos Santos confessou ter abusado de pelo menos dez jovens em um intervalo de dois meses.

— Eu parava a moto e passava a mão nas mulheres.


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Preso na noite de ontem, o homem de 30 anos chegou a ser solto por falta de mandado de prisão. O pedido foi feito pela Justiça nesta tarde. Ele foi detido após realizar exames de corpo de delito no IML (Instituto Médico Legal).


Na delegacia, Barbosa escondeu o rosto e pediu desculpa às vítimas depois de admitir os abusos. Entre as adolescentes violentadas estava a filha de um amigo de infância do suspeito.

— Não fiz mal para ninguém. Desculpa.


De acordo com a Polícia Militar, o homem era agressivo. Ele parava a motocicleta e abordava as vítimas sem se esconder. Uma das jovens anotou a placa do veículo, o que ajudou nas investigações.

A delegada responsável pelo caso, Iara França, espera concluir o inquérito em breve.


— Vamos ouvir o autor para poder terminar e mandar para a Justiça em cinco dias.

Mais lágrimas

Ontem à noite, o homem chorou muito durante entrevista. Ele justificou os crimes contra as meninas dizendo que foi abusado quando era criança. Santos chegou a atacar seis filhas de policiais e, dentre as vítimas que fizeram o reconhecimento do criminoso, está uma criança de apenas 11 anos.

Ao prantos, o “Tarado do Dona Clara” confessou ter feito mais de 40 vítimas e alegou que o primo dava uma moeda para ele em troca de sexo oral. Porém, ao ser questionado sobre o motivo dos crimes, ele não soube explicar.

— Não era prazer, não era nada gente. Eu não sei, não dá para explicar isso não.

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