Assassinato em posto de gasolina: PM foi reconhecido por bandidos ao deixar carregador de pistola cair
Capitão da UPP da Mangueira promete não descansar enquanto não encontrar criminosos
Rio de Janeiro|Do R7

O enterro do policial militar Renan Meirelles, de 24 anos, foi marcado pela revolta de parentes e amigos no cemitério Jardim da Saudade, em Paciência, na zona norte do Rio. O jovem foi assassinado na noite de sexta (7) em um posto de gasolina na avenida Brasil.
Testemunhas contaram à polícia que bandidos cercaram o PM e tentaram roubar a moto em que ele estava montado. Renan não teria reagido, mas deixou cair um carregador de pistola. Os bandidos acertaram pelo menos cinco tiros na vítima, que morreu na hora.
Os criminosos conseguiram fugir. Peritos estiveram no posto de gasolina e recolheram a arma do agente, o carregador e imagens gravadas pelo circuito de monitoramento.
Renan trabalhava há dois anos na Polícia Militar e era lotado na Unidade de Polícia Pacificadora da Mangueira. O comandante da UPP da comunidade, capitão Leonardo Nogueira, prometeu participar das investigações.
— Nós não vamos descansar enquanto a gente não botar as mãos nesses marginais, porque eles têm que pagar por aquilo que eles fizeram.
Na noite do crime, o PM havia acabado de sair do trabalho quando parou no posto de gasolina para negociar a venda da moto com um comprador, que não foi atingido pelas balas e já prestou depoimento.
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