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Caso Patrícia Acioli: Justiça marca julgamentos de acusados de matar juíza

Ex-PMs serão julgados nos meses de setembro, novembro e dezembro

Rio de Janeiro|Do R7

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O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro marcou para os meses de setembro, novembro e dezembro o julgamento dos ex-policiais militares suspeitos de estarem envolvidos na morte da juíza Patrícia Acioli, em agosto de 2011.

Daniel Santos Benitez Lopez será julgado no dia 20 de setembro. Claudio Luiz Silva de Oliveira, em 7 de novembro. Já Charles Azevedo Tavares, Alex Ribeiro Pereira, Sammy dos Santos Quintanilha e Handerson Lentz Henriques da Silva serão julgados no dia 4 de dezembro. O tenente Daniel Benitez e o tenente-coronel Claudio Luis são acusados de terem orquestrado o assassinato da juíza.


Cinco condenados

O último acusado pela morte da juíza Patrícia Acioli foi o policial militar Carlos Adílio Maciel Santos. Ele pegou 19 anos e seis meses de prisão, em abril. Ele foi considerado culpado por homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, mediante emboscada e com o objetivo de assegurar a impunidade do arsenal de crimes) e formação de quadrilha. Santos perdeu também o emprego na corporação.


Antes dele, o cabo Sérgio Costa Júnior foi o primeiro a ser condenado, em julgamento no dia 4 de dezembro de 2012. Réu confesso, ele foi beneficiado por delação premiada, ou seja, por entregar comparsas no crime, e recebeu pena de 21 anos de prisão em regime fechado.

Em 30 de janeiro deste ano, Jefferson de Araújo Miranda recebeu pena de 26 anos; Jovanis Falcão, de 25 anos e seis meses; e Junior Cezar de Medeiros, de 22 anos e seis meses. Todos foram desligados da Polícia Militar.


Relembre o caso

A juíza Patrícia Acioli foi assassinada com 21 disparos na porta de casa no bairro de Piratininga, na região oceânica de Niterói. De acordo com denúncia do Ministério Público, a morte seria uma represália às investigações feitas pela magistrada contra PMs envolvidos em autos de resistência – quando há morte em confronto e o policial alega legítima defesa.

Ainda segundo o MP, o crime teria sido articulado pelo tenente-coronel Claudio Luiz Silva de Oliveira, ex-comandante do Batalhão de São Gonçalo, e pelo tenente Daniel Santos Benitez Lopez.

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