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Em crise financeira, Estado do Rio decide cortar gastos e extinguir secretarias

Governador Pezão pretende extinguir órgãos, cortar telefonemas e veículos

Rio de Janeiro|Do R7, com Rede Record

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Pezão deve anunciar que partes da máquina pública serão cortadas nesta segunda (7)
Pezão deve anunciar que partes da máquina pública serão cortadas nesta segunda (7)

Em meio a uma crise financeira que assola o Estado do Rio de Janeiro, o governador Luiz Fernando Pezão decidiu cortar na própria carne: na próxima segunda (4), ele deve anunciar a extinção de secretarias, serviços de telefone e de veículos especiais. Nesta quinta (3) à noite, o governador se reuniu com secretários e assessores para decidir o que deverá ser cortado. 

No Estado, o cenário é de empresas terceirizadas de limpeza que estão sem receber, bolsas de auxílio a estudantes da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) com atrasos e incertezas no pagamento do 13º dos servidores. Esse é o retrato do desfecho do primeiro ano do governo de Pezão, que encontra dificuldades para fechar as contas.


Ajuda da Prefeitura

O governo do Estado do Rio de Janeiro pediu o apoio da prefeitura da capital na limpeza de dois hospitais. Segundo a Comlurb, os garis que estão trabalhando neste serviço são capacitados para atuar em unidades hospitalares porque existe na companhia uma diretoria específica para fazer atendimento às escolas municipais, prédios públicos e hospitais da rede municipal. O serviço começou a ser operado pela companhia municipal nesta terça-feira (1º). No Hospital Estadual Carlos Chagas são 16 garis atuando durante o dia e outros dez à noite. No Rocha Faria, são 18 durante o dia e 12 durante a noite.

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