Morre menino de 13 anos baleado durante tiroteio entre PMs e traficantes na Cidade de Deus
Garoto foi levado em estado grave a hospital, mas não resistiu e morreu
Rio de Janeiro|com informações do R7
Um adolescente e um suspeito de envolvimento com o tráfico morreram, e um policial foi baleado nas costas em confrontos registrados entre policiais e criminosos em áreas de Unidades de Polícia Pacificadora (UPP). As trocas de tiros ocorreram na Cidade de Deus, zona oeste; na Rocinha, zona sul, e na Nova Brasília, uma das favelas do Complexo do Alemão, zona norte.
O adolescente identificado como Lucas Farias Canuto, de 13 anos, estava na localidade conhecida como Reta dos Barracos, no Caratê, na Cidade de Deus, quando foi atingido no peito, por volta das 14h deste domingo (15). No momento, ocorria uma troca de tiros entre traficantes e policiais da UPP.
O menino foi levado pelos policiais para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da favela e transferido para o Hospital Municipal Lourenço Jorge. Ele chegou em estado muito grave, foi operado, mas morreu, segundo informou a Secretaria Municipal de Saúde.
Moradores de Cidade de Deus interditaram vias próximas à comunidade para protestar após o garoto ser baleado durante o tiroteio. O caso será encaminhado à Divisão de Homicídios da Capital.
Nova Brasília e Rocinha
Ainda na manhã de hoje, um homem morreu em confronto com o Bope (Batalhão de Operações Especiais), na Nova Brasília. A PM informou que foram apreendidos com o homem uma pistola 9 mm, dois carregadores e duas granadas. Ele morreu no Hospital Getúlio Vargas. O caso foi registrado na 45ª DP.
Na noite de sábado (14), o confronto ocorreu na Rocinha no momento da troca de turno entre os policiais, na localidade conhecida como Vila Verde. O PM ferido, que não teve a patente nem a identidade revelada por questões de segurança, foi atendido no Hospital Municipal Miguel Couto. De acordo com a comandante da UPP Rocinha, major Pricilla Azevedo, o ferimento foi superficial e ele foi liberado em seguida. Em nota, a PM informou que "ações de varredura" foram feitas na comunidade em busca dos criminosos.














