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"Não houve tentativa de negociação", diz delegado da Core sobre morte de Playboy

Celso Pinheiro Pimenta, de 33 anos, morreu após ação das polícias civil, federal e militar

Rio de Janeiro|Do R7

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Delegado Fabrício Oliveira detalha operação que terminou com a morte do traficante Playboy
Delegado Fabrício Oliveira detalha operação que terminou com a morte do traficante Playboy

O delegado da Core (Coordenadoria de Recursos Especiais) da Polícia Civil Fabrício Oliveira afirmou que não houve tentativa de rendição ou negociação por parte de Celso Pinheiro Pimenta, o Playboy, no sábado (8), dia de sua morte. O traficante de 33 anos foi morto dentro de uma casa na comunidade da Pedreira, em Costa Barros, zona norte do Rio.

— Houve um primeiro confronto inicial com a chegada das equipes. O confronto mais intenso se deu onde ele estaria escondido. Ele efetuou disparos contra os policiais, que revidaram. A Civil trabalha sempre com o objetivo de capturar os criminosos. Nosso plano de ação era para efetuar a captura. Infelizmente ele não se rendeu, efetuou os disparos e faleceu. 


Oliveira também afirmou que após a investigação de um ano, a Polícia Federal levantou três pontos da comunidade em que o traficante poderia estar. 

— Mandamos equipes para os três locals e chegamos aos três de forma sincronizada. Isso foi fundamental para o sucesso da operação e para reduzir a possibilidade de outros confrontos no entorno. 


Policiais também entraram em confronto com traficantes que seriam seguranças de Playboy.

— Após o confronto, eles fugiram. O Playboy foi localizado em uma casa que teria sido invadida por ele. Estava armado com uma pistola e fuzil. 


Morte de Playboy

O traficante no domingo (9), no Cemitério do Catumbi, região central da cidade. O policiamento foi reforçado no entorno do local. O tio dele, Cosme Pinheiro, de 62 anos, afirmou que vai processar o Estado por acreditar que o traficante tenha sido executado.


Logo após a morte de Playboy, circularam pela internet fotos que seriam do corpo do criminoso, além de um áudio em que um suposto policial narra a ação.

Em fevereiro, o traficante deu entrevista à uma revista, mas só neste sábado o vídeo com as imagens do traficante foi divulgado. Ele afirma que tinha medo de morrer, e que sabia que seria executado caso se entregasse à polícia. O coordenador de inteligência da PM, coronel Antônio Goulart, informou que a comunidade da Pedreira será ocupada por tempo indeterminado.

Cotados para "substituto"

As forças de segurança declararam ontem que já preveem que outra pessoa poderá assumir o comando exercido até hoje por Playboy. Os mais cotados são Carlos José da Silva Fernandes, o Arafat, de 37 anos, foragido desde 2012, e Gilberto Mendes Dias, o Betinho, de 46, foragido desde 2010. Ambos são classificados como o segundo na hierarquia do tráfico. Emerson Brasil da Silva, o Raro, de 26 anos, tido como o braço-direito de Playboy, também está foragido. O Disque Denúncia oferece recompensa de R$ 1 mil pela captura de cada um deles.

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