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Polícia identifica suspeito de assassinar dançarino na Baixada Fluminense

Mandado de prisão temporária contra André Luís Vieira, que está foragido, foi expedido

Rio de Janeiro|Do R7

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Corpo de Adriano Cor foi encontrado com sinais de violência
Corpo de Adriano Cor foi encontrado com sinais de violência

A DHBF (Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense) identificou o suspeito de matar o produtor Adriano Cor, em julho. O corpo da vítima foi encontrado na manhã do dia 6 de julho em um córrego próximo à estrada Passa Vinte, em Cabuçu, Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito foi identificado como André Luís dos Santos Vieira, conhecido como Dedé ou André Chupeta. A partir da investigação, a especializada conseguiu um mandado de prisão temporária, expedido pela 4ª Vara Criminal de Nova Iguaçu contra o suspeito.


Agentes da DHBF fazem buscas para tentar encontrar o suspeito, que está foragido.

Investigação


Uma semana após o assassinato, os investigadores da DHBF (Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense) receberam uma pista sobre os últimos passos de Adriano. Uma testemunha, ouvida na especializada, afirmou ter visto o rapaz sozinho no centro de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, na madrugada de segunda-feira (6), dia do crime.

Até então, familiares e amigos sabiam que Adriano tinha saído, na noite de domingo (5), para dar uma volta perto de casa, em Belford Roxo, também na baixada.


De acordo com Paulo André, delegado-assistente da DHBF, duas hipóteses são consideradas: crime de ódio ou passional. Os parentes do dançarino suspeitam que a motivação do crime tenha sido homofobia.

Relembre o caso


O corpo de Adriano da Silva Pereira, conhecido como Adriano Cor, foi encontrado com sinais de violência num valão em Nova Iguaçu, na segunda-feira (6). O rapaz estava desaparecido desde domingo (5), quando saiu de casa no bairro Santa Maria, em Belford Roxo. 

Após o crime, o delegado titular da DHBF, Fábio Cardoso, afirmou que havia indícios de que o assassinato do dançarino tinha sido "um crime de ódio". A hipótese tinha como base os tipos de lesão no corpo (facadas e agressões).

Adriano era dançarino e ator, integrante do grupo de maracatu Tambores de Olokun e trabalhava no Brechó da Dona Pavão. Na segunda (6), ele começaria em um novo emprego na cozinha de um restaurante na capital.

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