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Diretor do Butantã defende proximidade maior com Anvisa

Institutos tiveram atritos nesta semana por causa da suspensão dos testes da vacina Coronavac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac

São Paulo|Do R7

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O diretor do Instituto Butantã, Dimas Covas, em coletiva de imprensa nesta quinta (12)
O diretor do Instituto Butantã, Dimas Covas, em coletiva de imprensa nesta quinta (12)

O diretor do Instituto Butantã, Dimas Covas, defendeu uma proximidade maior entre a instituição que chefia e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), após a autarquia suspender por cerca de um dia os testes que vinham sendo realizados pelo Butantã de vacina contra o novo coronavírus. A paralisação foi motivada pelo registro de evento adverso grave em um dos voluntários.

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Segundo Covas, o período de suspensão não é suficiente para atrasar a estimativa de início de aplicação das doses, prevista para começar em janeiro do próximo ano.

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O diretor do instituto confirmou que participará, por videoconferência na sexta-feira (13), de reunião sobre o assunto na comissão mista no Congresso Nacional que avalia a execução orçamentária das medidas contra a covid-19. Também confirmou presença virtual no encontro o presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres. 

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