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Justiça manda soltar a mãe do menino Joaquim

Natália Ponte deverá deixar a cadeia na próxima segunda-feira 

São Paulo|Do R7

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Essa é a segunda vez que a Justiça mandou soltar a mãe do garoto
Essa é a segunda vez que a Justiça mandou soltar a mãe do garoto LUIS CLEBER/ESTADÃO CONTEÚDO

O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu nesta sexta-feira (10) habeas corpus para a mãe de Joaquim Ponte, de três anos, morto em novembro, em Ribeirão Preto, interior de SP. A psicóloga Natália Mingone Ponte vai deixar a Penitenciária de Tremembé na segunda-feira (13).

Ela é acusada de omissão por deixar o filho com o padrasto Guilherme Raymo Longo, apontado pela Polícia Civil como responsável por matar a criança. Essa foi a segunda vez que a Justiça mandou soltar a mãe do garoto.


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Nessa última vez, Natália foi presa no sábado (4). Ela voltou para a cadeia por ordem da Justiça após ficar 31 dias encarcerada e ser solta. Funcionários contaram que Natália ficava calada, debruçada nos livros com o cigarro aceso para acompanhar.


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O inquérito policial foi entregue no dia 27 de dezembro. O delegado defendeu a linha de que o menino, que tinha diabetes, foi morto após receber uma alta dose de insulina. Os exames não comprovaram a presença do hormônio no corpo, já que o garoto foi encontrado cinco dias após o desaparecimento. Guilherme Longo foi indiciado por homicídio doloso triplamente qualificado — meio cruel, motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima. No entendimento do delegado do caso, Paulo Henrique Martins de Castro, Natália não deveria responder pelo crime. 

O caso


Joaquim Pontes Marques, de três anos, sumiu de casa em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, durante a madrugada do dia 5 de novembro. Ele morava com mãe, o padrasto e um irmão, de quatro meses, filho do casal. A mãe, Natália Mingoni Ponte, percebeu que ele não estava no quarto logo cedo. O portão da casa estava trancado e a polícia não encontrou sinais de violência. O corpo da criança foi encontrado por pescadores, no dia 10, boiando em um trecho do rio Pardo, em Barretos, cidade a 121 km de distância da casa onde ele morava em Ribeirão Preto, no interior paulista. A mãe e o padrasto foram presos no mesmo dia. 

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