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Polícia identifica homem suspeito de estuprar dentista e recepcionista durante assalto a consultório

Ele é foragido de hospital psiquiátrico onde cumpria pena de 18 anos por outros estupros

São Paulo|Do R7

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Suspeito de estuprar dentista e recepcionista é foragido de hospital psiquiátrico
Suspeito de estuprar dentista e recepcionista é foragido de hospital psiquiátrico

A Polícia Civil identificou o homem suspeito de assaltar um consultório odontológico e estuprar a dentista e a recepcionista na última quinta-feira (25), no bairro do Tatuapé, na zona leste de São Paulo. O crime foi registrado por câmeras de segurança.

Ele é foragido do HCTP (Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico) Professor André Teixeira Lima de Franco da Rocha desde janeiro deste ano. O homem cumpria pena de 18 anos e oito meses de reclusão em regime fechado por ter cometido três estupros.


A internação dele era por prazo indeterminado e previa pelo menos mais três anos, em reclusão total, sem qualquer benefício, por causa da alta periculosidade.

Após estupros, homem trancou dentista e recepcionista dentro do banheiro


O crime

O homem suspeito de ter estuprado uma dentista, 37 anos, e a recepcionista, de 36, durante um assalto a um consultório dentário na rua Jarinu, no Tatuapé, zona leste de São Paulo, marcou uma consulta dias antes do crime, segundo informações do boletim de ocorrência. O crime aconteceu na última quinta-feira (25), por volta das 15h.


Ainda de acordo com o documento, o suspeito teria esperado uma paciente sair da sala de atendimento e, usando uma arma de fogo, obrigou a mulher e mais as outras duas vítimas a deitarem no chão.

Depois teria levado a dentista até uma sala de esterilização, onde a forçou tirar a roupa e a obrigou ter relações sexuais com ele. Após o abuso, o homem voltou à primeira sala e passou a mão nas partes íntimas da recepcionista. Ele roubou documentos, dois celulares, um notebook e R$ 790 do consultório. 


Dentistas queimados

A violência contra os dentistas tem sido frequente. O dentista Alexandre Peçanha Gaddy, de 41 anos, morreu em junho, uma semana depois de ter 60% do corpo queimado durante um assalto. Naquele dia, Gaddy havia ficado até mais tarde para esterilizar equipamentos. O crime aconteceu no consultório em que trabalhava na rua dos Periquitos, na Vila Tatetuba, zona leste de São José dos Campos, a 97 km de São Paulo.

Outro caso envolvendo uma dentista chocou o País em abril deste ano. Cinthya Magaly Moutinho de Souza, de 47 anos, foi queimada viva durante um assalto dentro de seu consultório, na rua Copacabana, bairro do Jardim Anchieta, em São Bernardo do Campo. Cinthya disse que estava com pouco dinheiro, mas forneceu o cartão do banco e a senha. Os criminosos sacaram R$ 30 da conta da dentista em um banco próximo ao local do crime. Segundo informações da polícia, eles queimaram a vítima por não terem conseguido levar mais dinheiro.

Assista ao vídeo:

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