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Número de mortos por H1N1 dobra na capital paulista e chega a 17 só em 2016

No ano de 2015, nenhum caso fatal do vírus Influenza H1N1 foi registrado

Saúde|Do R7

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Mortes por H1N1 chegam a 17 na capital paulista
Mortes por H1N1 chegam a 17 na capital paulista

Subiu para 17 o número de mortos por H1N1 neste ano na capital paulista, segundo balanço divulgado pela Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo nesta sexta-feira (8). No levantamento anterior, de duas semanas atrás, eram oito vítimas, o que representa crescimento de 112% no período. Em todo o ano de 2015, nenhuma morte pelo vírus foi registrada na cidade.

A secretaria divulgou ainda que já são 201 casos de Srag (Síndrome Respiratória Aguda Grave) causada pelo H1N1, contra 12 registros em 2015.

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Do total de mortos, 14 tinham comorbidade, ou seja, alguma doença crônica que aumenta o risco de complicações no caso de infecção por gripe. Os outros três óbitos ainda estão em investigação.

Apesar do crescimento de casos, o secretário municipal da Saúde, Alexandre Padilha, disse que não há razão para que a população tema o risco de uma nova pandemia, como a de 2009.

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H1N1: Entenda como funciona a vacina da gripembém pode sofrer com a retenção de líquido

— Não estamos tendo a reemergência do vírus nem uma mutação. Estamos tendo uma antecipação da circulação dos vírus gripais, mas não existe nenhum indício de que repetiremos o cenário de 2009. Naquela ocasião não tínhamos a vacina adequada nem tínhamos claro a função do Tamiflu (oseltamivir) na redução das complicações.

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Com o surto na cidade, a quantidade de cápsulas do medicamento distribuídas na rede municipal triplicou na última semana, segundo a secretaria, passando de 30 mil na última semana de março para 109 mil na primeira semana de abril.

Padilha afirmou que, para reforçar a estrutura das unidades de saúde durante o período de surto, as OSSs (Organizações Sociais da Saúde), unidades conveniadas que administram serviços municipais, foram autorizadas a contratar médicos de forma emergencial como pessoa jurídica. A secretaria disse ainda que montará bancos de reservas de médicos que possam ser deslocados para unidades com maior demanda.

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Segundo o secretário, a estrutura das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) também será reforçada na próxima segunda-feira (11) para o primeiro dia da campanha de vacinação contra a gripe, quando serão imunizados gestantes, idosos e crianças de seis meses a cinco anos.

— Poderemos usar mais de uma sala só para vacinação e desmarcar vacinações agendadas contra outras doenças.

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