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Acusados de matar ex-dançarino Marcelo Tosta irão a júri popular

Crime ocorreu no dia 3 de dezembro de 2016, durante uma festa da banda A Vingadora

Bahia|Do R7

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Marcelo Tosta coliseu do forró
Marcelo Tosta coliseu do forró Reprodução/ Facebook

A juíza Gelzi Maria Almeida Souza, da 1ª Vara do Tribunal do Júri, em Salvador, decidiu que serão julgados por júri popular os acusados de matar o ex-dançarino Marcelo Tosta Santos, 36 anos, durante uma festa na casa de shows Coliseu, na orla da capital baiana. O crime ocorreu no dia 3 de dezembro de 2016, durante uma festa da banda A Vingadora, na casa de shows Coliseu, orla da capital baiana.

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O crime teve participação de dois integrantes da Guarda Municipal de Salvador, Ricardo Luiz Silva da Fonseca, acusado de ser autor dos disparos, que está preso, e Naílton Adorno do Espírito Santo, acusado de coautoria, que responde em liberdade. O caso foi analisado pelo TJ-BA (Tribunal de Justiça da Bahia) após ação do MP-BA (Ministério Público da Bahia).

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Na decisão de segunda-feira, a juíza ainda mantém a prisão preventiva de Ricardo e decide que Naílton deve permanecer respondendo pelo crime em liberdade.

Crime


O ex-dançarino Marcelo Tosta tinha 36 anos e foi morto no dia 3 de dezembro do ano passado. O evento que ocorria no Coliseu do Forró era o lançamento do CD da banda A Vingadora, que ficou conhecida nacionalmente com o hit "Metralhadora". A vítima foi atingida nas costas e no braço após uma discussão com o autor dos disparos enquanto participava de uma festa no local.

Naílton Adorno, que teria sido coautor do homicídio, foi preso logo após o ocorrido. Ele foi baleado na perna durante a confusão, que resultou na morte da vítima, e ficou em custódia no Hospital Geral do Estado (HGE), durante alguns dias. Após alta, o guarda foi encaminhado também para o Complexo Penitenciário da Mata Escura, mas solto pela Justiça após 30 dias.

Segundo a polícia, Ricardo fugiu após o crime e só foi preso no dia 24 de fevereiro deste ano. Ele foi encaminhado ao Complexo Penitenciário da Mata Escura, na capital baiana.

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