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PM acusado de matar juiz em briga de trânsito é absolvido

Daniel Santos Soares se livrou da prisão por 4x2 votos sobre a acusação de homicídio qualificado e 4x0 pela acusação de porte ilegal de armas

Bahia|Matheus Pastori, do R7, com RecordTV Itapoan

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O resultado cabe recurso do Ministério Público
O resultado cabe recurso do Ministério Público

O policial militar Daniel Santos Soares foi absolvido na tarde desta terça-feira (27) pelo Tribunal do Júri sobre a morte do juiz Carlos Alessandro Pitágoras Ribeiro durante uma briga de trânsito em Salvador no ano de 2010. A informação foi confirmada ao R7 e à RecordTV Itapoan pela defesa do PM.

O júri popular que absolveu o então acusado aconteceu das 8h às 17h no Fórum Ruy Barbosa, bairro de Nazaré. O resultado que livrou Daniel da prisão foi de 4x2 sobre a acusação de homicídio qualificado e 4x0 pela acusação de porte ilegal de armas.

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O Tribunal do Júri é comporto por sete cidadãos, mas, de acordo informou a defesa, os votos deixam de ser contatos a partir do momento em que é atingida a maioria.

O resultado cabe recurso do Ministério Público em até cinco dias a partir da publicação oficial da absolvição.

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Relembre o caso

O juiz Carlos Alessando Pitágoras Ribeiro foi assassinado à queima-roupa por um policial militar em serviço, após se envolver em uma briga de trânsito nas proximidades do shopping Iguatemi, na capital baiana.

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Conforme declarações do próprio policial, Daniel dos Santos Soares, lotado na 35ª Companhia Independente da PM, e confirmadas por testemunhas, Daniel teve o carro fechado pelo do juiz, que já teria descido do veículo com uma pistola 9mm em punho.

O soldado alegou que atirou na clavícula do magistrado na intenção de detê-lo, mas a vítima teria continuado a ameaçá-lo. Ele então atirou pela segunda vez, atingindo o abdômen do juiz.

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O PM solicitou socorro, mas quando a ambulância chegou o juiz já estava morto. Ribeiro integrava o Conselho Fiscal da Associação dos Magistrados da Bahia. O policial foi ouvido ainda no sábado (10) e liberado para responder ao inquérito em liberdade.

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