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PMs acusados de esquartejar jovem vão a júri popular em Salvador

Sete dos onze policiais envolvidos na morte de Geovane Mascarenhas de Santana, de 22 anos, vão enfrentar o Tribunal do Júri

Bahia|Matheus Pastori, do R7, com RecordTV Itapoan

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Geovane Mascarenhas foi encontrado morto em agosto de 2014
Geovane Mascarenhas foi encontrado morto em agosto de 2014

Sete dos onze policiais envolvidos na morte de Geovane Mascarenhas de Santana, de 22 anos, vão a júri popular. O caso ocorreu em 2 de agosto de 2014 em abordagem feita por uma das equipes das Rondas Especiais da Polícia Militar (Rondesp). A decisão de submeter os soldados ao júri foi publicada nesta última sexta-feira (23), no Diário Oficial de Justiça, mais de três anos após a morte do rapaz. 

O corpo de Geovane foi encontrado esquartejado no bairro do Lobato, em Salvador, por militares da própria Rondesp. Informações extraoficiais dão conta de que as investigações apontam para o fato de que a vítima tenha sido decapitada dentro de uma vitatura da PM, depois de realizada a abordagem. 


A juíza designada para presidir o Tribunal do Júri é Gelzi Maria Almeida de Sousa, do 1 Juízo da 1 Vara do Júri de Salvador. Gelzi também foi a responsável por comandar o julgamento da médica Kártia Vargas, absolvida pela morte dos irmão Emanuel e Emanuelle Gomes em outubro do 2017.

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Os seguintes policiais militares serão julgados:


- subtenente Cláudio Bonfim Borges

- sargento Daniel Pereira de Souza Santos


- soldado Jesimiel da Silva Resende 

- soldado Roberto Santos de Oliveira 


- soldado Alan Moraes Galiza dos Santos

- soldado Alex Santos Caetano

- soldado Jesimiel da Silva

- soldado Alex Santos Caetano

Os suspeitos respondem pelas acusações de homicídio doloso, roubo com emprego de arma de fogo e ocultação de cadáver.

Foram incocentados e estão livres do Tribunal do Júri o sargento Gilson Santos Dias e os soldados Cláudio César Souza Nobre, Fábio Nobre Lima Masavit Cardozo e Jocenilton Santos Ferreira.

À época do crime, os onze acusados se disseram inocentes e negaram qualquer participação na morte de Geovane. De acordo com a PM, atualmente, os militares se encontram desempenhando funções administrativas - afastadas das ruas. Quatro deles chegaram a ser promovidos, o que foi revertido por estarem respondendo a processo disciplinar.

Ainda não há data confirmada para a realização do Tribunal do Júri.

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