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STF revoga prisão de ex-assessor pessoal de Geddel Vieira Lima

Job Brandão teve impressões digitais identificadas em notas dos R$ 51 mi

Bahia|André Avelar, do R7

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O ex-funcionário está tentando fechar delação premiada
O ex-funcionário está tentando fechar delação premiada

O ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), revogou nesta terça-feira (28) a prisão domiciliar do ex-assessor da Câmara Job Ribeiro Brandão, que atuava no gabinete do deputado Lúcio Vieira Lima – irmão do ex-ministro Geddel Vieira Lima. Brandão também foi liberado por Fachin de usar tornozeleira eletrônica.

Job Ribeiro Brandão pediu ao Supremo a revogação da prisão domiciliar no dia 17. Na última sexta-feira (24), a procuradora-geral da República, Raquel Dodge , também pediu a liberdade provisória do ex-assessor.


O ex-funcionário de Lúcio Vieira Lima está tentando fechar delação premiada com o Ministério Público e já se colocou à disposição para entregar o que sabe sobre o episódio dos R$ 51 milhões.

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O ex-assessor de Lúcio Vieira Lima está em prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, porque teve as digitais identificadas pela Polícia Federal em parte dos R$ 51 milhões apreendidos em setembro no apartamento em Salvador que, segundo as investigações, era usado como uma espécie de "bunker" de Geddel.


Em depoimento à Polícia Federal, Brandão afirmou que ajudou a destruir provas a mando de Geddel e Lúcio Vieira Lima; que a mãe dos dois guardava dinheiro vivo no closet; e e que ele devolvia parte do salário pago pela Câmara à família Vieira Lima. A mãe dos irmãos Vieira Lima disse que Ribeiro "contou inverdades" no depoimento à Polícia Federal.

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