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Centrais sindicais convocam greve nacional para o dia 11 de julho

Lideranças se reuniram com Dilma, mas disseram que reivindicações não foram discutidas  

Brasil|com R7

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Amanhã, sindicalistas se reunirão para definir locais das greves
Amanhã, sindicalistas se reunirão para definir locais das greves

As cinco maiores centrais sindicais do Brasil convocaram uma greve nacional e manifestações para o próximo dia 11 de julho, em mais um capítulo da onda de protestos que sacode o Brasil. De acordo com o presidente de Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), não será uma greve geral.

— Participarão as cinco maiores centrais sindicais do País e outras menores. Não será uma greve geral, algumas categorias vão parar e outras, não.


Representantes das centrais sindicais foram recebidos, na quarta-feira (26), pela presidente Dilma Rousseff, e após a reunião confirmaram a realização da greve. À EFE, Paulinho afirmou que Dilma não quis discutir as reivindicações dos sindicatos.

— Simplesmente, a presidente nos escutou, se levantou e foi embora.


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Além da Força, a greve foi convocada pela CUT (Central Única dos Trabalhadores), a UGT (União Geral dos Trabalhadores), a Conlutas (Coordenação Nacional de Lutas) e a CGTB (Central Geral de Trabalhadores Brasileiros). De acordo com Paulinho, o Movimento dos Sem Terra também participará.

— Queremos fazer uma crítica à política econômica do governo, nos manifestar contra a inflação.


O deputado explicou que, entre as demandas, estão a redução da jornada de trabalho, reajuste das aposentadorias e maiores investimentos em saúde e educação. Amanhã, representantes de sindicatos de todo o Brasil se reunirão para discutir como serão realizadas as manifestações.

As centrais sindicais assinalaram que a greve nada tem a ver com a convocação que circula nas redes sociais para paralisar o País no próximo dia 1º de julho.

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