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Corregedor do CNJ quer sistema para controlar salário de juízes

Ideia de mecanismo foi encaminhada à presidente do conselho, Cármen Lúcia

Brasil|Do R7

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Noronha (foto) falou em evento nesta terça-feira
Noronha (foto) falou em evento nesta terça-feira

O corregedor Nacional de Justiça, ministro João Otávio de Noronha, afirmou nesta terça-feira (5) ter enviado à presidente do CNJ, ministra Cármen Lúcia, uma norma que pretende automatizar e centralizar os mecanismos de controle dos salários dos magistrados em todo o País.

Seria uma espécie de banco de dados gerido pelo Conselho Nacional de Justiça e abastecido com informações mensais dos tribunais de Justiça dos Estados.


Todas as informações seriam divulgadas ao público mensalmente por meio do portal da transparência do Conselho.

O objetivo, segundo Noronha, é atuar “preventiva e proativamente” e quando for necessário auditar os valores pagos a determinado magistrado.


O grupo de trabalho da Corregedoria passou três meses analisando as folhas de pagamento referentes aos anos de 2014, 2015 e 2016 (até novembro) encaminhadas pelos tribunais. Foram analisadas bases de dados remuneratórios referentes a 26.763 magistrados, dos quais 17.308 ativos, 5.592 inativos e ainda 1.507 pensionistas.

No mês passado, o caso de um magistrado de Mato Grosso que recebeu R$ 503 mil chocou o País. O CNJ identificou mais de 80 juízes mato-grossenses com supersalários.

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