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Impeachment começa a ser lido no plenário da Câmara

Leitura da decisão oficializa início do processo de impedimento do mandato da presidente

Brasil|Bruno Lima, do R7, em Brasília

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Assim que terminar a leitura, devem ser escolhidos os 65 deputados que vão compor a comissão especial para analisar o impeachment
Assim que terminar a leitura, devem ser escolhidos os 65 deputados que vão compor a comissão especial para analisar o impeachment

O deputado Beto Mansur (PRB-SP) começou a ler nesta quinta-feira (3) no plenário o despacho que autoriza a abertura do processo de impeachment contra a presidente da República, Dilma Rousseff.

A decisão foi anunciada na tarde da última quarta-feira (2), após os três deputados do PT que compõem o Conselho de Ética da Câmara anunciarem que votariam pelo prosseguimento do processo que pede a cassação do mandato de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) por quebra de decoro.


A sessão começou às 14h08 com Cunha anunciando que o 1º secretário da Mesa Diretora, deputado Beto Mansur (PRB-SP), iria ler um comunicado.

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Mansur começou a leitura de aproximadamente 200 páginas do despacho de Cunha afirmando que seguiria o rito estipulado pelo Regimento Interno da Câmara e pela Lei de Impeachment.

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A previsão é de que o parecer seja lido hoje e que na próxima segunda-feira (7) sejam escolhidos os 65 deputados que irão compor a comissão especial. Na terça-feira (8), será o escolhido o presidente e o relator do caso.


— Faço a leitura de denúncia em desfavor da excelentíssima presidente da República, Dilma Vana Rousseff, apresentada por Hélio Pereira Bicudo.

Desde o começo do ano, foram protocolados 34 pedidos de afastamento de Dilma. Cunha acolheu a denúncia formulada pelo jurista e fundador do PT Hélio Bicudo, considerado o processo mais sólido e que atende todas as exigências jurídicas.

Os deputados da base governista entraram nesta tarde com um mandado de segurança no STF (Supremo Tribunal Federal) para anular a continuidade do rito do impeachment.

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