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Justiça Italiana retoma julgamento de extradição de ex-diretor do Banco do Brasil

Henrique Pizzolato foi preso na Itália em fevereiro deste ano. Ele é um dos réus do Mensalão

Brasil|Do R7 com Agência Brasil

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Esta será a segunda audiência para análise do pedido. Em junho o julgamento foi suspenso para que o governo brasileiro pudesse esclarecer as condições dos presídios nacionais
Esta será a segunda audiência para análise do pedido. Em junho o julgamento foi suspenso para que o governo brasileiro pudesse esclarecer as condições dos presídios nacionais

A Justiça Italiana retoma nesta terça-feira (28) o julgamento do pedido de extradição do ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato. Em 2013, Pizzolato fugiu do Brasil, mas foi localizado pela Interpol na cidade italiana de Modena, onde está preso desde fevereiro deste ano.

O julgamento começou às 7h (horário de Brasília) mas não há previsão para o encerramento. Esta será a segunda audiência para análise do pedido. Em junho o julgamento foi suspenso para que o governo brasileiro pudesse esclarecer as condições dos presídios nacionais.


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Em resposta ao governo italiano, a Procuradoria-Geral da República e o Supremo Tribunal Federal informaram que têm condições de garantir a integridade de Pizzolato, que tem cidadania italiana. Ele foi condenado a 12 anos e sete meses de reclusão por corrupção, peculato e lavagem de dinheiro na ação penal 470, o Mensalão.


Após ser preso, o MPF (Ministério Público Federal) apresentou pedido de extradição às autoridades italianas. O documento foi enviado pelo Ministério da Justiça, que é a autoridade no Brasil responsável por casos de extradição com outros países, e do Ministério das Relações Exteriores. O Ministério Público italiano aceitou a apelação e apresentou a ação à Corte de Apelação de Bolonha, onde o processo está sendo julgado. 

Membros da Advocacia-Geral da União e do MPF estão na Itália para acompanhar o julgamento. O pedido de extradição será analisado por três magistrados do Tribunal. Durante toda a sessão desta terça serão feitas sustentações orais.

De acordo com a AGU, qualquer que seja a decisão do tribunal, existe a possibilidade de recurso perante a Corte de Cassação em Roma.

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