Manifestantes fecham as duas pistas da avenida Paulista
Boa parte é de sindicatos que aderiram à greve geral convocada para esta sexta-feira e traz faixas de protesto contra a reforma da Previdência
Brasil|Márcio Neves, do R7

Um grupo de manifestantes já fechou um trecho da avenida Paulista, região central de São Paulo, nos dois sentidos para protestar contra a reforma da previdência proposta pelo governo Bolsonaro na tarde desta sexta-feira (14).
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Boa parte de manifestantes é de sindicatos que aderiram à greve geral convocada para esta sexta-feira e traz faixas de protesto contra as medidas da reforma e contra o presidente da República, Jair Bolsonaro.
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O ato começou em frente à sede da Fiesp e seguiu na avenida Paulista até a rua da Consolação, com previsão de terminar na Praça da República, em frente à Secretaria Estadual de Educação.
Organizadores e Polícia Militar não informaram o número de pessoas que participaram do ato.
Os presidentes de vários sindicatos que aderiram ao ato fizeram discursos em defesa da greve geral.
“Não achamos que o problema do Brasil seja a Previdência, esse governo não tem política econômica”, afirmou Vagner de Freitas, presidente da CUT.
Além disso, políticos como o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, a presidente do PT, Gleisi Hoffman, o presidente do MTST, Guilherme Boulos, também participaram do ato.
“O Brasil está vivendo a maior crise econômica, com desemprego e renda caindo. Ao invés de lutar pela economia, lutar pelas pessoas, estamos prejudicando o Brasil com uma reforma contra o povo”, afirmou Gleisi Hoffman, presidente do PT e deputada federal pelo partido.
“Hoje foi um grande dia de luta, várias cidades do País e várias categorias cruzaram os braços e pararam suas cidades”, disse Guilherme Boulos, do MTST.















