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Preso há mais de um ano, Cabral conhece o neto em dia de audiência

Ex-governador acompanhou o depoimento de testemunhas de ação penal que investiga pagamento de propina para que as Olimpíadas fossem no Rio

Brasil|Thais Skodowski, do R7

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Filho de Cabral postou a foto do ex-governador
Filho de Cabral postou a foto do ex-governador

Condenado a mais de cem anos de prisão, o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, conheceu o neto de três meses Marco Antônio, filho do deputado federal Marco Antônio Cabral (MDB-RJ), em um encontro breve com familiares na 7ª Vara Federal Criminal nesta terça-feira (5).

A reunião foi autorizada pelo juiz Marcelo Bretas e postada pelo filho de Cabral em uma rede social. Na legenda da foto, Marco Antônio escreveu “meu pai cometeu erros, mas foi o homem público que mais realizou por todo o Estado do Rio”.


O ex-governador pode assistir o depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por videoconferência de Curitiba, em uma sala na Justiça Federal do Rio de Janeiro. Lula foi testemunha em uma ação penal que investiga o suposto pagamento de propina para que as Olimpíadas de 2016 fossem realizadas no Rio de Janeiro.

Para o MPF (Ministério Público Federal), a realização dos Jogos Olímpicos de 2016 permitiu ao grupo político liderado por Cabral, ampla possibilidade de capitalizar-se politicamente e receber milhões em investimentos para realização de obras públicas. Diversas dessas obras (Arco Metropolitano, Maracanã e Linha 4 do Metrô), anunciadas como “legado” das Olimpíadas de 2016, renderam milhões em pagamento de vantagens indevidas (propina) ao ex-governador e demais membros da organização criminosa.


Cabral está preso desde novembro de 2016, acusado de liderar uma organização criminosa que atuou em setores como transportes, saúde e obras em seus dois mandatos como governador (2007-2014) e movimentou mais de R$ 1 bilhão em propinas, segundo a Procuradoria da República.

Ele é réu em 23 processos, sendo que em cinco já foi condenado. Na semana passada, ele foi condenado pela primeira vez em segunda instância.O ex-governador nega as acusações. 

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