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São Paulo terá duas manifestações contra escândalo do metrô nesta quarta-feira

Vale do Anhangabaú e Ibirapuera serão pontos de concentração dos protestos 

Brasil|Juliana Zorzato, do R7

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Protesto será continuação das passeatas convocadas pelo MPL contra alta da tarifa em São Paulo em junho, diz sindicato
Protesto será continuação das passeatas convocadas pelo MPL contra alta da tarifa em São Paulo em junho, diz sindicato

A cidade de São Paulo terá, nesta quarta-feira (14), dois protestos contra o escândalo do metrô. O suposto cartel e pagamento de propina na CPTM e no metrô levantou suspeitas de corrupção em governos anteriores do PSDB e colocou o governador do Estado, Geraldo Alckmin, como alvo dos protestos.

A primeira manifestação será organizada pelo sindicato dos Metroviários de São Paulo e terá concentração no Vale do Anhangabaú, às 15h, com o apoio de centrais sindicais e do MPL (Movimento Passe Livre).


Para o diretor executivo do sindicato dos Metroviários, Alex Fernandes, a intenção da manifestação é desmascarar o governo.

— Depois das denúncias do desvio de milhões de reais dos cofres públicos, o ato em si acaba sendo uma continuidade das manisfestações que aconteceram em junho. Amanhã teremos uma manifestação bem consistente contra os cartéis e o conluio com o governo.


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A expectativa é que o ato reuna 10 mil pessoas e chegue até a Secretaria dos Transportes, passando pelo Ministério Público e o Tribunal de Contas.

O metrô conta, ainda, com o apoio da população e, na manhã desta terça-feira (13), convocou os usuários com uma carta aberta distribuída em sete linhas de metrô da capital. Os metroviários também devem aderir aos protestos, mas segundo Fernandes, sem paralisação.


— O protesto no metrô será feito com o uso de adesivos, com a frase: Chega de sufoco e corrupção, estatização já. Prisão aos corruptos e corruptores.

De acordo com o sindicalista, o ato não deve prejudicar os usuários do metrô.

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Ainda nesta quarta-feira, uma outra manifestação organizada pela CMP (Central de Movimentos Populares) está programada para às 17h na Assembleia Legistativa e deve contar também com o apoio de centrais sindicais.

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