Votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias é adiada e Congresso não deve ter recesso
LDO estabelece as prioridades do governo e orienta a elaboração do Orçamento da União
Brasil|Do R7

Por falta de quórum, a análise do relatório preliminar do projeto de LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) foi adiada novamente nesta quarta (9) e remarcada para a próxima terça-feira (15).
Com mais uma sessão sem quórum para a deliberação, a votação final da LDO até 17 de julho, conforme previsto pela lei, já é dada como impossível, o que deve suspender o recesso formal do Congresso.
Dessa forma, os parlamentares devem entrar no chamado "recesso branco".
Regimentalmente, a votação do parecer preliminar da LDO serve para que seja aberto o prazo para apresentação de emendas ao projeto. Depois, o documento final deve ser votado na CMO (Comissão Mista de Orçamento) e, em seguida, no plenário do Congresso. Tudo isso até 17 de julho.
Mas o próprio presidente da CMO, deputado Devanir Ribeiro (PT-SP), calcula que o processo de votação da LDO só será concluído em agosto.
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A LDO estabelece as prioridades do governo e orienta a elaboração do Orçamento da União. A proposta para o exercício de 2015 prevê um crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de 2,5% em 2014. Já o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação, foi estimado em 5,3%.
As duas projeções são mais otimistas do que aquelas feitas pelo mercado.














