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Alckmin diz que governo quer acelerar aprovação do acordo Mercosul-UE no Congresso

Acordo foi assinado no dia 17, mas aguarda parecer jurídico do Tribunal de Justiça da União Europeia

Brasília|Yumi Kuwano, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O governo brasileiro, através de Geraldo Alckmin, quer acelerar a aprovação do acordo Mercosul-União Europeia.
  • O pedido para a internalização do acordo será enviado ao Congresso Nacional em breve.
  • Um parecer jurídico do Tribunal de Justiça da União Europeia está pendente e impacta a aprovação do acordo.
  • O acordo, assinado após mais de 25 anos de negociações, envolve 32 países e representa um mercado de 718 milhões de consumidores.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Segundo Alckmin, governo vai pedir internalização do acordo no país Cadu Gomes/VPR - 27.01.2025

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse nesta terça-feira (27), que o Brasil vai acelerar a aprovação do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia.

“Tivemos um percalço, que é a questão jurídica, mas o Brasil vai acelerar a sua parte”, afirmou Alckmin em evento para detalhar o reconhecimento mútuo de transferência internacional de dados entre Brasil e UE no Palácio do Planalto.


Segundo o ministro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva encaminhará ao Congresso Nacional nos próximos dias o pedido para a internalização do acordo no país.

“Ele [o acordo] extrapola os nossos blocos, porque traz uma mensagem de que é possível no momento de instabilidade você aproximar blocos, abrir mercado, ter complementariedade econômica”, comentou.


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Na semana passada, o Parlamento Europeu decidiu por 334 votos favoráveis e 324 contrários pedir ao Tribunal de Justiça da União Europeia um parecer jurídico sobre a legalidade do acordo.

A aprovação paralisa o processo de implementação do acordo, que, para entrar em vigor, ainda precisa ser aprovado pelos parlamentos dos 32 países envolvidos: 27 europeus e cinco sul-americanos (Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai).


O acordo entre os blocos foi assinado no último dia 17 após mais de 25 anos de negociações. Os dois reúnem um mercado aproximado de 718 milhões de consumidores, com PIB estimado em cerca de US$ 22 trilhões, segundo o governo federal.

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