Logo R7.com
RecordPlus
R7 Brasília
‌

Alcolumbre diz que votação do fim da escala 6x1 deve ser concluída nesta quarta-feira

Além de acelerar tramitação sobre jornada de trabalho, Congresso negocia votação da PEC da Segurança Pública após aprovação na CCJ

Brasília|Amanda Garcia, do R7, em Brasília

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Senado, sob a presidência de Davi Alcolumbre, planeja votar os dois turnos da PEC que extingue a escala 6x1 nesta quarta-feira.
  • A PEC da Segurança Pública pode ser votada se houver vontade dos senadores, após aprovação na CCJ.
  • O governo intensificou negociações para levar a proposta ao plenário, com Eduardo Braga articulando o apoio necessário.
  • A PEC visa ampliar as atribuições da Polícia Federal e incluir o Sistema Único de Segurança Pública na Constituição.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Análise em primeiro turno da proposta sobre a 6x1 está pautada para esta quarta-feira Andressa Anholete-Agência Senado - Arquivo

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), disse que o plenário deve votar os dois turnos da PEC que acaba com a escala 6x1 nesta quarta-feira (14).

“A minha opinião é que vamos iniciar a votação em primeiro turno, votarmos o requerimento e que vamos concluir a votação em segundo turno na tarde de hoje”, declarou a jornalistas na chegada ao Senado.

‌

Inicialmente, está pautada apenas a análise em primeiro turno da proposta. Conforme o regimento, deve haver um intervalo entre uma votação e outra, mas um acordo entre os parlamentares pode acelerar as etapas.

PEC da Segurança Pública

Alcolumbre falou ainda que, se for da vontade dos senadores, colocará também em votação a PEC da Segurança Pública.

‌

O governo intensificou nesta quarta a negociação para levar a matéria ao plenário do Senado, depois de a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) concluir a análise do texto pela manhã.

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) ficou responsável pela articulação, segundo a líder do governo, Teresa Leitão (PT-PE). Uma reunião foi marcada para esta tarde para avaliar o apoio à proposta e a possibilidade de colocá-la em votação ainda nesta quarta.

‌

Braga disse que desejava aprovar a PEC ainda nesta quarta. Teresa, porém, afirmou que a votação dependeria do número de assinaturas.

A conclusão da análise na CCJ deixou o texto pronto para seguir ao plenário, mas não garante sua votação imediata. Além da definição do calendário por Alcolumbre, a proposta precisa receber pelo menos 49 votos favoráveis em cada um dos dois turnos.

‌

Leia Mais

Conclusão na CCJ

O texto-base da PEC da Segurança Pública havia sido aprovado pela CCJ em setembro. Faltava decidir sobre três pedidos para votar separadamente emendas à proposta.

Nesta quarta, esses pedidos ficaram prejudicados porque os responsáveis não estavam presentes no momento da análise. Com isso, as alterações não foram votadas e a comissão encerrou essa etapa da tramitação.

A CCJ também aprovou, em votação simbólica, correções apresentadas pelo relator, Rogério Carvalho (PT-SE). Uma delas deixou expressamente preservadas as atribuições das polícias legislativas da Câmara e do Senado no trecho que trata das competências da Polícia Federal.

Rogério vinha negociando soluções para as divergências na tentativa de evitar mudanças de conteúdo que exigissem uma nova análise pelos deputados. Ajustes apenas de redação, que não alterem o sentido da proposta, não têm o mesmo efeito.

Ministério da Segurança

A PEC é uma das prioridades do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que vem afirmando que pretende criar um Ministério da Segurança Pública, separado do Ministério da Justiça, depois da aprovação da proposta pelo Congresso.

O texto amplia as atribuições da Polícia Federal no combate a organizações criminosas que atuam em mais de um estado ou têm conexões internacionais. Também busca melhorar a troca de informações e o trabalho conjunto das forças federais, estaduais e municipais.

Outro ponto é a inclusão do Susp (Sistema Único de Segurança Pública) na Constituição. A proposta ainda trata do financiamento do setor e estabelece regras mais rigorosas contra facções e milícias.

Search Box

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.