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Audiência para extradição de ex-assessor de Moraes é adiada para março

Eduardo Tagliaferro virou réu no STF, mas está na Itália; defesa alega que pediu adiamento para traduzir documentos do processo judicial

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Audiência sobre extradição de Eduardo Tagliaferro, ex-assessor de Moraes, foi adiada para 20 de março na Itália.
  • A defesa solicitou o adiamento para traduzir documentos brasileiros para o italiano.
  • Tagliaferro é alvo de extradição e denunciado por crimes como violação de sigilo funcional.
  • Ele afirma que as conversas vazadas revelam supostas ilegalidades durante a presidência de Moraes no TSE.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Com dupla cidadania, Eduardo Tagliaferro mora na Itália, mas é alvo de denúncias por crimes no Brasil Reprodução/Instagram @danielle.tagliaferro e @edutagliaferro - 11.02.2026

A audiência sobre a extradição do ex-assessor do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, Eduardo Tagliaferro, foi adiada para 20 de março, na Itália, onde ele mora atualmente. A sessão estava prevista para ocorrer nesta quarta-feira (11).

A defesa de Eduardo no país europeu alega que pediu o adiamento com anuência da equipe jurídica brasileira que acompanha o processo, devido à necessidade de apresentação de documentos emitidos por autoridades públicas do Brasil traduzidos para a língua italiana.


“A medida visa exclusivamente assegurar a observância do devido processo legal, da cooperação jurídica internacional e da ampla defesa, permitindo que todos os documentos relevantes sejam apresentados de forma completa, válida e tecnicamente adequada”, argumentaram os advogados.

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Eduardo tem dupla cidadania, está na Itália e é alvo de pedido de extradição apresentado pelo governo federal, a pedido de Moraes. O ex-assessor do ministro foi denunciado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) pelos supostos crimes de violação de sigilo funcional, coação no curso do processo e obstrução de investigação penal.


Tagliaferro é investigado pela PF (Polícia Federal) pelo vazamento de conversas com funcionários do gabinete do ministro e, em novembro último, tornou-se réu no STF.

Ele alega que as conversas revelavam supostas ilegalidades que teriam ocorrido quando Moraes ocupou o cargo de presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), em 2022. O ministro, porém, sempre negou a existência de quaisquer irregularidades.

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