Logo R7.com
RecordPlus
R7 Brasília

‘Brasil voltou a ter um protagonismo que tinha perdido no governo passado’, diz presidente da ApexBrasil

Jorge Viana fez um balanço do comércio exterior e comentou oportunidades que devem surgir com o acordo UE-Mercosul

Brasília|Do R7, com RECORD NEWS

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Jorge Viana, presidente da ApexBrasil, destacou o retorno do Brasil ao protagonismo comercial internacional.
  • O acordo Mercosul-União Europeia, assinado em janeiro, promete um aumento de 0,34% no PIB do Brasil.
  • Viana expressou preocupação com a possível demora na implementação do acordo devido à decisão do Parlamento Europeu.
  • O presidente da Apex ressaltou a necessidade de pressão dos países sul-americanos nas votações em seus parlamentos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente da ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), Jorge Viana, afirmou que “o Brasil voltou a ter um protagonismo que tinha perdido no governo passado”, ao destacar o desempenho positivo do país no cenário internacional.

Durante entrevista coletiva realizada na manhã desta quinta-feira (22), o executivo divulgou os dados sobre as oportunidades de comércio que podem surgir a partir da assinatura do acordo entre o Mercosul e a União Europeia.


Jorge Viana demonstrou cautela com decisão do Parlamento europeu de pedir análise da legalidade do acordo Reprodução/Record News - 22.01.2026

Após 25 anos de negociações, o tratado assinado em 17 de janeiro cria a zona de livre-comércio entre os dois blocos, e prevê a redução gradual de tarifas para produtos como medicamentos, máquinas, veículos e fertilizantes.

“A imagem do Brasil estava muito ruim no mundo. O Brasil estava ausente [no âmbito do comércio exterior] desde a crise de 2014, para ser mais preciso, ou seja, estava meio fora do protagonismo que sempre teve há dez anos e voltou com muita força”, pontuou Viana.


O presidente da ApexBrasil demonstrou, no entanto, cautela com a decisão do Parlamento europeu de submeter o acordo ao Tribunal de Justiça para analisar sua legalidade — o que poderia atrasar a implementação do pacto em até dois anos ou mesmo inviabilizá-lo.

Leia mais

Apesar disso, Viana destacou que o foco agora é trabalhar junto aos líderes dos Congressos do Mercosul, com apoio do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para pressionar o Parlamento europeu a adiantar as votações.


“É um acordo realmente que forma um bloco, já no sentido contrário do que o mundo está indo, que está desfazendo blocos e fazendo acordos [individuais]. O nosso, esse acordo, a gente entende que é bom para os dois lados, mas ele tem muita resistência, porque tem um lobby contra produtos brasileiros, contra interesses obviamente conhecidos”, salientou.

Search Box

O PlayPlus agora é RecordPlus: mais conteúdo da RECORD NEWS para você, ao vivo e de graça. Baixe o app aqui!

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.