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Caso Master: PF conclui acareação entre Vorcaro e ex-presidente do BRB

Procedimento ocorreu após delegada identificar contradições em depoimentos prestados nesta terça-feira

Brasília|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Polícia Federal concluiu a acareação entre Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB.
  • O procedimento foi motivado por contradições nos depoimentos de ambos, ouvidos pela delegada Janaína Palazzo.
  • O caso investiga irregularidades em uma operação de R$ 12,2 bilhões relacionada à tentativa de venda do Banco Master ao BRB.
  • Apesar de tentativas do Banco Central e da Procuradoria-Geral da República para adiar a audiência, o ministro do STF, Dias Toffoli, decidiu pela urgência do caso.

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Acareção entre Vorcaro e ex-presidente do BRB ocorreu após tomada de depoimentos Amanda Perobelli/Reuters - 18.11.2025

A Polícia Federal concluiu na noite desta terça-feira (30) a acareação entre o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e o ex-presidente do BRB (Banco de Brasília) Paulo Henrique Costa. O procedimento, que durou menos de uma hora, ocorreu após a PF constatar contradições nos depoimentos de ambos.

O diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino Santos, foi dispensado da acareação.


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Durante a tarde, o primeiro a ser ouvido pela delegada da PF Janaína Palazzo, responsável pelo caso que investiga irregularidades no Banco Master, foi o dono da instituição financeira. Vorcaro falou por quase três horas.

Em seguida, por volta das 17h, Paulo Henrique Costa prestou esclarecimentos. O diretor do Banco Central foi o terceiro e último a ser ouvido pela PF.


A audiência desta terça-feira foi determinada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, e ocorreu mesmo durante o recesso do Judiciário, devido à gravidade do caso.

O que está sendo investigado?

O caso apura suspeitas de irregularidades em uma operação de R$ 12,2 bilhões relacionada à tentativa de venda do Banco Master ao BRB. A negociação não foi concluída após o Banco Central identificar problemas na transação durante a análise de dados técnicos.


Em novembro, o BC decretou a liquidação do banco e, em conjunto com a Polícia Federal, apontou indícios de fraudes no sistema financeiro no mesmo valor.

Resistências à audiência

Tanto o Banco Central quanto a Procuradoria-Geral da República (PGR) tentaram impedir a audiência neste momento. O BC questionou a urgência da medida, enquanto a PGR argumentou que a acareação é “prematura”. Toffoli, no entanto, manteve a decisão, afirmando que o impacto do caso no sistema financeiro exige explicações imediatas e diretas.

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