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CCJ aprova PEC que acaba com aposentadoria compulsória de juízes e Ministério Público

Proposta prevê que suspensão de salários em caso de afastamento desses servidores dos cargos; texto segue ao plenário do Senado

Brasília|Lis Cappi, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A CCJ do Senado aprovou a PEC que elimina a aposentadoria compulsória de juízes e do Ministério Público.
  • A proposta visa agravar punições a magistrados, permitindo demissões e outras penalidades.
  • Salários dos profissionais serão suspensos durante afastamentos para avaliação de punições.
  • A PEC foi apresentada por Flávio Dino e relatada por Eliziane Gama, que defende o fim do benefício.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Casa aprovou fim da aposentadoria compulsória Andressa Anholete/Agência Senado - Arquivo

A CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (8), a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que acaba com a aposentadoria compulsória de juízes e de integrantes do Ministério Público como forma de punição. O texto agora segue ao plenário da Casa federal.

Em linhas gerais, a PEC quer agravar punições a magistrados, bem como permitir a demissão e outras penalidades, a depender de cada carreira. O texto estabelece, ainda, suspensão de salários em casos de afastamento e prevê o fim do pagamento de benefícios a militares.


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Atualmente, servidores dessas carreiras continuam a receber salários, enquanto respondem a processos que avaliam a aplicação de possíveis punições. Caso sejam considerados culpados em alguma ação judicial, esses profissionais são aposentados compulsoriamente e continuam a receber vencimentos, em vez de serem demitidos.

Apresentado pelo atual ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino, enquanto ainda era senador pelo Maranhão, o texto da PEC foi relatado pela senadora Eliziane Gama (PT-MA), que defende o fim desse privilégio.


“Concordamos com a necessidade de sancionar com mais vigor e de forma efetiva infrações cometidas por autoridades públicas e militares, evitando a percepção, e não raramente a realidade, da impunidade”, afirmou a parlamentar no relatório.

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