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CPMI do INSS mira cunhado de Vorcaro e avança sobre sigilos em novo foco da investigação

Comissão amplia apuração sobre rede ligada ao caso Master e coloca Fabiano Zettel, operador do banqueiro, no centro das suspeitas

Brasília|Do R7, com Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A CPMI do INSS foca nas investigações sobre Fabiano Campos Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro.
  • Parlamentares analisam a quebra de sigilos fiscal, bancário, telefônico e telemático de Zettel.
  • A apuração busca identificar ligações com contratos de crédito consignado e o resort Tayayá associado a familiares do ministro Dias Toffoli.
  • O pedido de quebra de sigilo partiu do senador Sergio Moro e resultou em mudanças na relatoria do caso Master.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Cunhado e operador financeiro de Daniel Vorcaro, pastor Fabiano Zettel está preso desde 14 de janeiro Moriah Asset/Reprodução - Arquivo

A CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS ampliou o alcance das investigações e passou a concentrar atenção no pastor Fabiano Campos Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro.

Parlamentares analisam a quebra dos sigilos fiscal, bancário, telefônico e telemático do empresário, em um movimento voltado ao rastreio da circulação de recursos e de possíveis ligações com operações suspeitas.


Banco Master: os núcleos apontados pela Operação Compliance Zero Arte/R7

Zettel entrou no radar pela ligação com estruturas investigadas e pela atuação no mercado financeiro. Ele é casado com Natália Vorcaro, irmã do dono do Master, e passou por empresas associadas ao conglomerado. A apuração busca identificar eventuais conexões de contratos e operações ligados a crédito consignado.

O avanço ocorre após desdobramentos que envolvem fundos usados em negócios ligados ao resort Tayayá, empreendimento associado a parentes do ministro Dias Toffoli.


A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado determinou a quebra de sigilo do fundo Arleen, usado na compra do resort. Porém, na manhã desta quinta-feira (19), o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes anulou a medida do colegiado.

Ordenamento dos negócios

Documentos apontam uma estrutura de operação em cadeia: o fundo Arleen tinha como único cotista o fundo Leal, controlado por Zettel entre 2021 e 2025. Registros também indicam um aporte de R$ 20 milhões no resort por meio desse ordenamento.


Até então, parentes de Toffoli apareciam na administração do resort por meio da empresa Maridt, na qual o próprio ministro reconheceu participação como sócio.

O pedido de quebra de sigilo do Arleen, negado por Gilmar Mendes, partiu do senador Sergio Moro (União-PR), e a revelação desses negócios levou à saída de Toffoli da relatoria do caso Master.


Após a mudança, o processo passou ao ministro André Mendonça, responsável pelas atuais decisões no inquérito, inclusive medidas de prisão contra investigados.

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