Brasília 'É importante que as eleições aconteçam dentro da normalidade', diz Pacheco

'É importante que as eleições aconteçam dentro da normalidade', diz Pacheco

Presidente do Senado encontrou Edson Fachin, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, e elogiou atuação da Corte

  • Brasília | Augusto Fernandes, do R7, em Brasília

Edson Fachin, presidente do TSE, em encontro com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco

Edson Fachin, presidente do TSE, em encontro com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco

Pedro Gontijo/Senado Federal - 18.4.2022

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), reuniu-se nesta segunda-feira (18) com o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Edson Fachin, e defendeu a ideia de que as eleições deste ano sejam marcadas pela "mais absoluta normalidade". De acordo com ele, o Senado está alinhado com o tribunal e fará o possível para contribuir com o andamento do processo eleitoral.

"Nós temos, Senado e TSE, o objetivo comum de dar toda a transparência, lisura, clareza do processo eleitoral deste ano. Reconheço que este alinhamento com a Justiça Eleitoral é importante, e o Senado Federal têm o compromisso de dar todos os instrumentos legislativos para que isso aconteça dentro da normalidade", disse Pacheco, em entrevista à imprensa.

"As eleições são, de fato, um dos temas mais importantes da vida nacional. É importante que elas aconteçam dentro da normalidade, que a expressão mais pura da vontade popular seja através do voto, e o Brasil tem instrumentos para poder garantir que esse voto seja livre", reforçou o presidente do Senado.

De acordo com Pacheco, o TSE tem feito um "bom trabalho" na tomada de decisões relacionadas à eleição. O discurso dele diverge do que foi feito na última semana pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), que criticou o tribunal por realizar um acordo com o WhatsApp para que mudanças no aplicativo, como a possibilidade de enviar mensagens a milhares de pessoas de grupos diferentes, só comecem a valer no Brasil após as eleições deste ano.

O presidente disse não aceitar que o acordo seja cumprido. Para tentar reverter a situação, ele busca uma reunião com o WhatsApp. O ministro das Comunicações, Fábio Faria, deve reunir-se na última semana de abril com representantes do aplicativo de mensagens para negociar a liberação da nova ferramenta.

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