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Fachin arquiva ação sobre suspeição de Toffoli em caso Master

Com isso, Toffoli ainda poderá participar de eventual julgamento do processo, a não ser que se declare suspeito futuramente

Brasília|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Edson Fachin arquivou a ação que questionava a atuação de Dias Toffoli no caso Banco Master.
  • A arguição de suspeição foi arquivada por "perda de objeto" após Toffoli deixar a relatoria do caso.
  • Toffoli ainda pode participar do julgamento, a não ser que declare suspeição futuramente.
  • Banco Master é investigado por fraudes estimadas em R$ 12 bilhões e foi liquidado pelo Banco Central.

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Para Fachin, arquivamento é justificado por 'perda de objeto' Antonio Augusto/STF - 19.02.2026

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, arquivou neste sábado (21) a ação que questionava a atuação do ministro Dias Toffoli como relator das investigações sobre as fraudes no Banco Master na Corte.

O arquivamento da chamada arguição de suspeição se deu por “perda de objeto”, já que Toffoli deixou a relatoria do caso, que foi redistribuído para o ministro André Mendonça.


Com isso, Toffoli ainda poderá participar de eventual julgamento do processo, a não ser que se declare suspeito futuramente - impedido de participar por ter ligação com as partes ou outro interesse no caso.

Em 12 de fevereiro, depois de uma tensa reunião — que teve o conteúdo gravado e vazado — uma nota assinada pelos dez ministros do STF anunciou que Toffoli havia decidido deixar a relatoria do processo.


Isso ocorreu um dia depois de a Polícia Federal entregar ao presidente Fachin relatório em que listava menções a Toffoli em conversas retiradas do celular de Daniel Vorcaro, dono do Master, e também conversas entre o ministro e o banqueiro.

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A PF apontou a possível existência de indícios de crimes nos fatos e a possibilidade de suspeição caso Toffoli continuasse como relator. Na nota divulgada à época, os ministros do STF, porém, disseram “não ser caso de cabimento para a arguição de suspeição”.


O Master foi liquidado em novembro do ano passado pelo Banco Central (BC) e é investigado por fraudes de R$ 12 bilhões.

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