Fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais pressionam Congresso por aprovação de piso
Categorias cobram a votação final do projeto que estabelece salário mínimo de R$ 4.650 para jornadas semanais de 30 horas
Brasília|Mariana Saraiva, do R7, em Brasília
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Profissionais de fisioterapia e terapia ocupacional realizaram nesta quarta-feira (25) uma mobilização em Brasília para cobrar o avanço do projeto que estabelece o piso salarial nacional das categorias. O ato ocorreu no Congresso Nacional e reuniu trabalhadores, estudantes e representantes de entidades de classe.
O tema também foi debatido em audiência pública na CAS (Comissão de Assuntos Sociais) do Senado. A discussão ocorre em meio à expectativa pela votação final do Projeto de Lei nº 1.731/2021, que prevê salário mínimo de R$ 4.650 para jornadas de 30 horas semanais.
A mobilização foi organizada por sindicatos, com apoio dos conselhos federal e regionais das profissões.
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O projeto que cria o piso nacional é considerado um dos mais avançados entre propostas semelhantes voltadas a profissionais da saúde. O texto já passou pela Câmara dos Deputados e pelo Senado, restando apenas a análise final após ajustes feitos na Comissão de Finanças e Tributação, que tratam da origem dos recursos e da participação da União no custeio.
Representantes das categorias destacam que a medida é fundamental para garantir melhores condições de trabalho e valorização profissional. Segundo eles, a fixação de um piso também impacta diretamente a qualidade dos serviços prestados à população.
Atualmente, o Brasil conta com cerca de 480 mil fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais em atividade. Ambas as áreas desempenham papel central na reabilitação de pacientes, promoção da saúde e melhoria da qualidade de vida.
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