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Governo tenta aprovar fim da 6x1 e PEC da Segurança no Senado nesta quarta

Plenário pode votar redução da jornada em dois turnos; na CCJ, relator negocia ajustes para destravar proposta de segurança pública

Brasília|Amanda Garcia, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Governo busca aprovar a PEC do fim da escala 6x1 e a PEC da Segurança Pública no Senado.
  • A votação da redução da jornada está prevista para dois turnos no plenário, enquanto a PEC da Segurança será analisada na CCJ.
  • Teresa Leitão, líder do governo no Senado, propõe calendário especial para votação dos dois turnos no mesmo dia.
  • Flávio Bolsonaro apoia a proposta, mas critica impactos nas empresas, defendendo compensações do governo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

SENADO
PEC do fim da escala 6x1 e PEC da Segurança Pública são prioridades do governo Jonas Pereira/Agência Senado - 13.10.2026

O governo tenta avançar nesta quarta-feira (14) com duas propostas prioritárias no Senado: a PEC do fim da escala 6x1 e a PEC da Segurança Pública.

A articulação envolve concluir a votação da redução da jornada em dois turnos no plenário e encerrar a análise da proposta de segurança na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), abrindo caminho para a votação pelos demais senadores.

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O fim da 6x1 está na pauta da sessão das 14h, quando termina a última discussão obrigatória antes da votação em primeiro turno. Já a PEC da Segurança será analisada pela CCJ às 9h, com três emendas pendentes de decisão.

Governo quer concluir votação da 6x1

A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), deve apresentar um requerimento de calendário especial para permitir a votação dos dois turnos no mesmo dia.

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Segundo ela, esse é o entendimento firmado com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).

Ao encerrar a sessão de terça-feira (13), Alcolumbre informou que já havia assinaturas suficientes para colocar o pedido em votação no plenário.

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O calendário especial permite dispensar o intervalo e as sessões de discussão exigidos entre os turnos.

Se os senadores aprovarem o pedido, poderão realizar a segunda votação na sequência da primeira.

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A PEC precisa de pelo menos 49 votos favoráveis em cada turno.

A articulação ganhou um novo elemento na terça, quando Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência, anunciou que votará a favor da proposta.

A declaração ocorreu depois de uma visita ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Apesar do apoio, o senador manteve críticas aos impactos sobre as empresas e defendeu compensações pelo governo.

PEC da Segurança

Na PEC da Segurança Pública, o desafio é concluir a votação das emendas que ficaram pendentes depois da aprovação do texto-base pela CCJ, em setembro.

A pauta desta quarta prevê a análise de propostas dos senadores Eduardo Gomes (PL-TO), Alessandro Vieira (MDB-SE) e Carlos Portinho (PL-RJ). O parecer de Rogério Carvalho (PT-SE), relator da matéria, é contrário às três.

Nenhuma dessas emendas deverá ser retirada. Rogério Carvalho negocia ajustes na redação para tentar resolver as divergências sem mudanças de conteúdo que obriguem a proposta a retornar à Câmara.

O resultado dessas negociações ainda depende da deliberação dos senadores.

Portinho disse que manterá sua emenda. Ela permite destinar recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública a determinadas operações das Forças Armadas.

O senador argumenta que os militares precisam de recursos para atuar em apoio às forças estaduais de segurança e que os cortes no orçamento comprometem o financiamento dessas operações.

As outras duas emendas tratam da participação dos agentes de trânsito no Sistema Único de Segurança Pública e da exigência de certificação das futuras polícias municipais por conselhos estaduais de segurança.

A PEC é uma das prioridades do governo Lula nesta reta final da campanha presidencial. O presidente pretende criar um Ministério da Segurança Pública assim que a proposta for aprovada, além de ampliar a atuação da Polícia Federal no combate ao crime organizado nos estados.

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  • Governo busca aprovar a PEC do fim da escala 6x1 e a PEC da Segurança Pública no Senado.
  • A votação da redução da jornada está prevista para dois turnos no plenário, enquanto a PEC da Segurança será analisada na CCJ.
  • Teresa Leitão, líder do governo no Senado, propõe calendário especial para votação dos dois turnos no mesmo dia.
  • Flávio Bolsonaro apoia a proposta, mas critica impactos nas empresas, defendendo compensações do governo.

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