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Inmet amplia para até sexta alerta de perigo para onda de calor; no DF, temperatura pode chegar aos 36°C

Temperaturas são consideradas de grande perigo quando ultrapassam 5ºC em relação à média por mais de cinco dias

Brasília|Do R7, em Brasília

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) ampliou para até sexta-feira (17) o alerta vermelho que indica grande perigo para a onda de calor que afeta ao menos 16 estados e o Distrito Federal.

Na capital federal, as temperaturas podem chegar aos 36°C, 9°C acima do esperado para a média de novembro, que é de 27°C.


Em setembro, o Distrito Federal registrou a maior temperatura do ano, com 36,7°C na região do Gama. Segundo a meteorologista Naiane Araujo, as temperaturas são consideradas de grande perigo quando ultrapassam 5ºC em relação à média por mais de cinco dias.

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Um alerta laranja indicando perigo para baixa umidade também foi emitido pelo instituto. A umidade relativa pode variar entre 20% e 12%, segundo o aviso, aumentando, ainda, os riscos de incêndios florestais, além do ressecamento de pele, olhos, boca e nariz.


Os avisos laranjas são emitidos quando a temperatura fica 5 graus acima da média em um período de 3 a 5 dias, já os alertas amarelos indicam um estado de atenção quando a temperatura está acima do comum em um intervalo de 2 a 3 dias consecutivos.

Com as altas temperaturas, o Distrito Federal tem chances pequenas de chuva a partir desta quarta-feira (15), informou a meteorologista. Segundo a previsão, a chuva poderá ser rápida e isolada.

De acordo com o Inmet, 2023 caminha para ser o ano mais quente da história do planeta Terra. A Organização Meteorológica Mundial (OMM) afirmou que em agosto deste ano as temperaturas ultrapassaram 1,5°C do que a média pré-industrial entre 1850 e 1900.

El Niño

De acordo com a meteorologista Andrea Ramos, as altas temperaturas são influência dos efeitos do El Niño, fenômeno causado pelo aquecimento atípico nas águas do oceano Pacífico. As influências do El Niño são vistas no Brasil desde o inverno, que, segundo o Inmet, foi o mais quente desde 1961, principalmente em São Paulo e Cuiabá.

A especialista comentou também que um sistema anticiclone contribui para a permanência de uma massa de ar quente e seca no país, amplificando a intensidade delas.

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