‘Jamais aceitaria o desafio sem aval da família Bolsonaro’, diz Derrite sobre pré-candidatura ao Senado
Em entrevista exclusiva à RECORD NEWS, deputado federal falou sobre as eleições de 2026, estado de saúde do ex-presidente e caso Master
Brasília|Do R7, com RECORD NEWS
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Em entrevista exclusiva à RECORD NEWS nesta segunda-feira (23), Guilherme Derrite, deputado federal do Partido Progressistas de São Paulo e ex-secretário de Segurança Pública do governo Tarcísio de Freitas, explicou a formação da chapa para a campanha a pré-candidato ao Senado e ressaltou que obteve o apoio da família Bolsonaro para tentar o novo cargo.
“Eu jamais aceitaria um desafio como esse de concorrer, de me lançar pré-candidato. Na verdade, não sou eu que estou me lançando, é o grupo político ao qual pertenço, a direita, no Brasil, no estado de São Paulo, sem que tivesse o aval da família Bolsonaro”, afirmou.

Segundo Derrite, Flávio Bolsonaro garantiu que o ex-secretário seria o primeiro nome para concorrer ao cargo, enquanto o segundo permanece indefinido.
“O Eduardo [Bolsonaro] tem que ser consultado, tem que ser respeitado nesse processo, porque essa vaga era uma vaga dele, e eu, na verdade, seria o segundo nome nessa dobrada junto com o Eduardo, buscando fazer as duas cadeiras do Senado pela direita em São Paulo”, apontou.
Para ele, o cenário permanece indefinido, com outros nomes cogitados dentro do partido para ocupar esse posto — Mário Frias, Marco Feliciano, Rosana Valle, Gil Diniz e André do Prado.
“É fundamental que seja alguém alinhado com a família Bolsonaro e, naturalmente, o Eduardo deve ser ouvido nesse processo e até respeitado, pois essa vaga era uma vaga que estava bem consolidada para ele”, ressaltou.
Derrite destacou o interesse na determinação de prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, devido ao estado de saúde dele. Sobre o caso da delação premiada de Daniel Vorcaro no caso do Banco Master, o deputado disse ser favorável.
“Que a gente possa ficar sabendo para que a população possa ‘colocar os pingos nos is’ e decidir, ainda mais em um ano eleitoral como esse, que é de extrema relevância, que é um absurdo que aconteceu no nosso país. E que a gente possa de fato levar à justiça aqueles que cometeram crimes, sejam eles financeiros ou não”, afirmou.
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