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Lula assina decreto que integra universidades comunitárias ao sistema público não estatal

Norma reconhece instituições como parte do sistema público não estatal e amplia acesso a recursos federais

Brasília|Mariana Saraiva, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O presidente Lula assina decreto que integra universidades comunitárias ao sistema público não estatal.
  • Instituições agora têm acesso a recursos federais e editais de fomento como as públicas.
  • Universidades comunitárias oferecem cerca de 4.494 cursos com aproximadamente um milhão de vagas no Brasil.
  • O ministro da Educação destaca a importância da avaliação anual dos cursos de medicina para garantir qualidade.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Norma amplia acesso das universidades comunitárias a recursos públicos Marcelo Camargo/Agência Brasil- 19.01.2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se com dirigentes de Instituições Comunitárias de Educação Superior nesta segunda-feira (19), no Palácio do Planalto. Na ocasião, assinou o decreto que regulamenta a Lei das Instituições Comunitárias de Educação Superior. O texto estabelece uma legislação própria para as universidades comunitárias e as reconhece como integrantes do sistema público não estatal de ensino superior, sem fins lucrativos.

Com a medida, as instituições passam a ter acesso a editais de órgãos governamentais de fomento, nos mesmos moldes das instituições públicas, além de poderem receber recursos orçamentários.


Durante o evento, o ministro da Educação, Camilo Santana, destacou a importância das universidades comunitárias no país. Segundo ele, essas instituições ofertam cerca de 4.494 cursos em todo o Brasil, com aproximadamente um milhão de vagas disponíveis.

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Enamed

Camilo Santana também celebrou os resultados do Enamed (Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica), utilizado para regular os cursos de medicina no país. “De 2016 a 2022, praticamente dobrou o número de cursos de medicina neste país e, em 2023, nós retomamos o protagonismo do MEC para regulamentar esses cursos”, afirmou.


O ministro ressaltou ainda que a avaliação dos cursos passou a ser anual. “Nós passamos a avaliar os cursos de medicina todos os anos, em vez de a cada três anos. A primeira prova foi aplicada em outubro do ano passado. Estamos falando de profissionais que cuidam da vida das pessoas, e a única maneira de garantir qualidade é avaliando. Nosso objetivo não é prejudicar ninguém, mas fazer com que as universidades reflitam sobre a qualidade de sua infraestrutura”, concluiu.

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