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Lula discute desemprego e exclusão social em conferência sobre economia solidária

Presidente participa da 4ª Conferência Nacional de Economia Popular e Solidária; evento vai apresentar plano nacional ao setor

Brasília|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Lula participa da 4ª Conferência Nacional de Economia Popular e Solidária.
  • Evento visa formular o 2º Plano Nacional de Economia Solidária.
  • 1.500 delegados discutem propostas contra pobreza e desemprego.
  • O MTE promove políticas para fortalecer a economia popular, incluindo formação e cooperativas.

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Lula participa de evento nesta quarta Ricardo Stuckert / PR - 08.08.2025

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa nesta quarta-feira (13) da abertura da 4ª Conaes (Conferência Nacional de Economia Popular e Solidária), no Palácio do Planalto. O evento segue com programação até sábado (16) e tem como tema “Economia Popular e Solidária como Política Pública: Construindo territórios democráticos por meio do trabalho associativo e da cooperação”.

A conferência deve definir sugestões para a elaboração do 2º Plano Nacional de Economia Solidária. A última conferência aconteceu em 2014, quando foi elaborado o primeiro plano nacional.


Ao todo, são esperados 1.500 delegados, como representantes do governo federal, estadual e municipal, sociedade civil, entidades e empreendimentos de economia popular e solidária.

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O secretário nacional de Economia Popular e Solidária do MTE (Ministério de Trabalho e Emprego), Gilberto Carvalho, explica que o objetivo da conferência é consolidar as propostas, com diretrizes e ações para os próximos anos.


Para ele, a economia popular e solidária é uma alternativa para enfrentar a pobreza, o desemprego e a exclusão social. “Durante quatro dias, vamos debater os rumos do setor no Brasil e aprovar propostas para fortalecer essa política pública”, afirmou.

A conferência é o resultado de uma mobilização que percorreu todo o país. Ao todo, foram realizadas 182 conferências locais, 27 estaduais e 14 conferências temáticas, que reuniram cerca de 15 mil participantes em 1.500 municípios ao longo deste ano, segundo dados do MTE.


Política públicas

O ministério ressalta a adoção de diversas políticas públicas para fortalecer o setor. Entre as iniciativas, há o Programa Paul Singer de Formação, que selecionou 500 agentes territoriais com a missão de apoiar e expandir os empreendimentos solidários.

A pasta também retomou o Cadsol (Cadastro Nacional de Empreendimentos Econômicos Solidários), usado para a formalização das iniciativas e o acesso a políticas públicas.


O MTE também tem incentivado a formação de cooperativas de motoristas de aplicativo e entregadores, com foco na melhoria das condições de trabalho e renda.

Segundo dados do Cadsol, em 2016, o Brasil registrava 20.670 empreendimentos solidários, envolvendo 1,425 milhão de trabalhadores.

Perguntas e respostas

Qual é o tema da 4ª Conferência Nacional de Economia Popular e Solidária?

O tema da conferência é “Economia Popular e Solidária como Política Pública: Construindo territórios democráticos por meio do trabalho associativo e da cooperação”. A conferência ocorre de quarta-feira (13) até sábado (16).

Qual é o objetivo da conferência?

O objetivo é definir sugestões para a elaboração do 2º Plano Nacional de Economia Solidária, que visa consolidar propostas, diretrizes e ações para os próximos anos.

Quantos delegados são esperados para o evento?

São esperados 1.500 delegados, incluindo representantes do governo federal, estadual e municipal, além de membros da sociedade civil e empreendimentos de economia popular e solidária.

O que diz o secretário nacional de Economia Popular e Solidária sobre a conferência?

Gilberto Carvalho, secretário nacional de Economia Popular e Solidária do MTE, afirma que a economia popular e solidária é uma alternativa para enfrentar a pobreza, o desemprego e a exclusão social, e que durante a conferência serão debatidos os rumos do setor no Brasil.

Quantas conferências locais e estaduais foram realizadas antes deste evento?

Foram realizadas 182 conferências locais, 27 estaduais e 14 conferências temáticas, reunindo cerca de 15 mil participantes em 1.500 municípios ao longo do ano.

Quais políticas públicas estão sendo adotadas para fortalecer o setor?

Entre as políticas públicas, destaca-se o Programa Paul Singer de Formação, que selecionou 500 agentes territoriais para apoiar e expandir empreendimentos solidários, além da retomada do Cadsol (Cadastro Nacional de Empreendimentos Econômicos Solidários) para formalização de iniciativas.

Que iniciativas o MTE tem incentivado para melhorar as condições de trabalho?

O MTE tem incentivado a formação de cooperativas de motoristas de aplicativo e entregadores, visando melhorar as condições de trabalho e renda.

Quantos empreendimentos solidários havia no Brasil em 2016?

Em 2016, o Brasil registrava 20.670 empreendimentos solidários, envolvendo 1,425 milhão de trabalhadores.

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