Conversas sem gravação: defesa de Marcola vai recorrer ao STF se tiver pedido negado
Advogados entendem que medida autorizada ao banqueiro Daniel Vorcaro deve ser igualmente assegurada a Marcos Willians Camacho
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Os advogados de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, pretendem recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal) se a instância competente negar a eles o pedido para terem conversas com o cliente sem gravação na Penitenciária Federal em Brasília.
A defesa de Marcola, apontado como líder do PCC (Primeiro Comando da Capital), acrescentou que, em caso de negativa, vai levar a solicitação à Suprema Corte, “a fim de assegurar o respeito às prerrogativas da advocacia e às garantias fundamentais do exercício da defesa técnica”.
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O pedido apresentado terá base em uma decisão do ministro André Mendonça, do STF. Nesta semana, o magistrado atendeu à solicitação dos advogados de Daniel Vorcaro, dono do Master, e permitiu que eles conversem com o banqueiro sem serem gravados.
No texto, André Mendonça mencionou a lei sobre transferência e inclusão de presos em penitenciárias federais de segurança máxima — que preveem esse monitoramento. O ministro argumentou, porém, que a abertura de exceção se fundamenta pela proteção do sigilo profissional entre cliente e advogados.
Diante disso, a defesa de Marcola entendeu que esse direito deve ser igualmente assegurado a ele, por se tratar de garantia essencial ao exercício da advocacia.
“Será protocolado pedido perante o juiz corregedor competente, com fundamento na referida decisão e na legislação vigente, a fim de que seja garantida a plena inviolabilidade das comunicações entre advogado e cliente, assegurando-se que os atendimentos ocorram sem necessidade de agendamento prévio”, sustentaram os advogados de Marcola.
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