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Moraes autoriza e senador Ciro Nogueira visita Bolsonaro

Ex-presidente está em prisão domiciliar após descumprir medidas cautelares impostas pelo ministro do STF

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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RESUMO DA NOTÍCIA

  • O STF autorizou Ciro Nogueira a visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar.
  • A prisão foi determinada por Alexandre de Moraes devido a violações de decisões judiciais.
  • Bolsonaro enfrenta restrições severas, incluindo veto a visitas e proibição de comunicação com investigados.
  • Ciro Nogueira lamentou a situação, considerando que a prisão é um "fato jurídico" questionável.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ciro Nogueira: "prisão é um fato jurídico com que ninguém pode concordar" Jefferson Rudy/Agência Senado - 15.07.2025

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou o senador Ciro Nogueira a visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está em prisão domiciliar após decisão do próprio ministro. Além da solicitação de Ciro, já há outros pedidos de visita ainda não analisados.

Moraes determinou, na segunda-feira (4), a prisão domiciliar do ex-presidente, diante de repetidas violações das determinações judiciais impostas pelo STF.


A decisão aponta conduta “deliberada e consciente” do ex-presidente para obstruir investigações, coagir autoridades e desrespeitar a Justiça.

Entre as novas restrições, estão o veto total a visitas — exceto advogados constituídos —, proibição de celulares, gravações e qualquer forma de comunicação com embaixadores ou demais investigados.


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Moraes reiterou que qualquer nova violação resultará no decreto imediato da prisão preventiva, conforme prevê o Código de Processo Penal.

O processo em curso, PET 14129, investiga crimes como coação no andamento de processos, obstrução de investigações sobre organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.­


‘Dia triste’

Após a prisão, o senador disse que é um “um dia triste” para ele e para “milhões de brasileiros”.

“A prisão domiciliar do presidente Bolsonaro, antes mesmo do julgamento, é um fato jurídico com que ninguém pode concordar. Ainda acredito que a Justiça irá prevalecer no final”, declarou o presidente nacional do PP, que foi ministro-chefe da Casa Civil no governo Bolsonaro.

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