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MP pede ao TCU que proibição a bets só entre em vigor em 31 de dezembro

MPTCU aponta a necessidade de transição adequada para garantir segurança jurídica e quer relatório sobre os impactos do fim das bets

Brasília|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O subprocurador-geral do MPTCU pediu ao TCU que a proibição das apostas eletrônicas só entre em vigor em 31 de dezembro.
  • Há necessidade de um período de transição para garantir segurança jurídica e foram alegados motivos eleitoreiros na edição da MP.
  • O pedido inclui alteração dos prazos de resgate de saldos e retirada de sites até 31 de dezembro.
  • Solicitou-se um relatório do Ministério da Fazenda sobre os impactos econômicos e sociais da medida.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Na última sexta (25), o presidente Lula assinou a Medida Provisória que acaba com as bets no Brasil Paulo Pinto/Agência Brasil - 25.09.2026

O subprocurador-geral do MPTCU (Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União), Lucas Rocha Furtado, protocolou nesta segunda-feira (28) um pedido de cautelar para que a proibição das chamadas bets no Brasil só entre em vigor em 31 de dezembro.

Ele mencionou a necessidade de um período de transição adequado, visando à segurança jurídica. Além disso, foi alegado “caráter eleitoreiro” na edição da MP (Medida Provisória) que pôs fim à autorização de funcionamento das apostas eletrônicas.

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O pedido de medida cautelar foi feito ao TCU. Não há, até o momento, manifestação da Corte de Contas, que precisa analisar os requisitos de admissibilidade da representação antes de eventual prosseguimento da análise do caso.

O subprocurador-geral do MPTCU também solicitou que os prazos de resgate de saldos, retirada de sites e comunicação bancária sejam alterados para o marco final de 31 de dezembro.

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Outra demanda é uma possível determinação para que o Ministério da Fazenda elabore relatório de impacto regulatório, econômico e social da medida, incluindo estimativa de perda de arrecadação tributária, impacto sobre empregos e efeitos sobre contratos de patrocínio esportivo.

A maioria da população (62%) aprova a restrição às apostas online (bets), segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira.

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