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Não adianta Moraes se pintar de verde e amarelo, impeachment é prioridade, diz Magno Malta

Um dia após ministro autorizar regime semiaberto para presa do 8/1, senador diz que a direita atuará de forma incisiva a partir de 2027

Brasília|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Senador Magno Malta reafirma que o impeachment de Alexandre de Moraes é prioridade para a direita em 2027.
  • Declaração ocorre após Moraes autorizar regime semiaberto para Débora Rodrigues dos Santos, envolvida nos atos de 8 de Janeiro.
  • Malta critica possíveis gestos de aproximação de Moraes com o bolsonarismo, afirmando que não serão suficientes para mudar a prioridade do impeachment.
  • O PL planeja priorizar anistia para condenados dos atos de 8 de Janeiro e buscará anular o processo, contando com maioria no Senado e na Câmara dos Deputados.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Segundo Malta, o PL priorizará a anistia para os condenados pelos atos do 8 de Janeiro Ton Molina/Agência Senado - 07.07.2026

O senador Magno Malta (PL-ES) afirmou nesta quarta-feira (7) que “acenos” do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes ao bolsonarismo não retirarão o impeachment da lista de prioridades da direita para 2027.

Um dos possíveis gestos a que o parlamentar se referia é a medida de Moraes, tomada na terça (6), sobre a ida de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como “Débora do Batom”, para o regime semiaberto. Débora cumpre pena por participação nos atos do 8 de Janeiro.

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“A gente sabe quem ele é. Não adianta se pintar de verde e amarelo agora e tentar botar um rosário na mão e uma Bíblia na outra mão. Nós o conhecemos”, declarou Malta a jornalistas, após encontro de Flávio Bolsonaro (PL) com parlamentares do PL.

‘Pitbull’

Conhecido pelo perfil radical, Malta disse que a direita atuará, a partir do ano que vem, como um “pitbull”. “O Senado hoje tem pitbull à vontade, sem vacina, e que vai cumprir o papel. Fizeram campanha assim. A Câmara dos Deputados também. Hoje nós temos uma maioria absoluta para poder fazer o reequilíbrio dos Poderes no Brasil e trazer a democracia de volta”, declarou.

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Segundo o senador, o PL priorizará uma anistia para os condenados pelos atos de 8 de Janeiro. “Nós não esquecemos, nós do Senado. Não tem acordão, tem impeachment mesmo. E também não queremos fazer anistia, queremos anular todo esse processo. E temos maioria para isso. Vamos fazer”, garantiu.

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