Nos EUA, Flávio Bolsonaro compara pai a Trump, critica Lula e diz liderar corrida eleitoral
Fala ocorreu em Dallas, no CPAC 2026, evento que reúne políticos conservadores de todo o mundo
Brasília|Bruna Lima, do R7, em Brasília
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Em discurso nos Estados Unidos, o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência da República, fez comparações entre o pai e Donald Trump, criticou o governo Lula e projetou a volta da ala conservadora ao Poder Executivo, destacando liderar pesquisas eleitorais.
A fala ocorreu no CPAC 2026, evento que reúne políticos conservadores de todo o mundo.
Flávio falou em perseguição política e necessidade de aproximação do Brasil com os Estados Unidos e com os valores conservadores comuns.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) também participou do evento, ocasião em que gravou um vídeo da plateia para que fosse mostrado a Jair Bolsonaro como “prova” de que o movimento iniciado por ele não pode ser silenciado. Após a introdução, Eduardo chamou Flávio ao palco.
Trump dos trópicos
Flávio citou o apelido “Trump dos trópicos”, recebido por Bolsonaro pela comunidade internacional, e afirmou que a denominação se deve pelo pai ter sido “amado pelas pessoas e por ter cuidado de seus valores sem falhas”.
O senador citou a prisão de Bolsonaro e disse que a “injustiça” foi quase idêntica à que Trump sofreu. Disse ainda que ambos foram alvos de atentados contra a vida e que “a razão é a mesma”. “O maior líder político do meu país está preso por defender nossos valores conservadores sem medo e contra o sistema com tudo o que ele tinha”, afirmou.
Críticas ao atual governo
Segundo Flávio, o Brasil vive um cenário de crise sob o governo Lula. Ele acusou o presidente de corrupção e de ter sido favorecido para voltar ao poder.
“O resultado é que o Brasil está vivendo outro processo econômico devastador. Um processo de segurança pública com uma enorme expansão de cartéis narcoterroristas e vários escândalos de corrupção envolvendo até mesmo membros da família de Lula”, disse.
O senador ainda falou sobre o alinhamento do governo Lula com a China, inferindo haver uma postura antiamericana. “Lula e seu partido são abertamente antiamericanos. Ele fala em público sobre derrubar o dólar como uma cura global. Ele tem alinhado o Brasil com a China em uma escala massiva”, comentou.
Flávio destacou a importância estratégica do Brasil no cenário internacional, citando a economia, a população e os recursos naturais do país. Segundo ele, os minerais e terras raras brasileiros podem ter papel decisivo para reduzir a dependência que os EUA têm da China nesse ponto.
Eleições
Ao falar sobre a corrida presidencial, Flávio citou pesquisas indicando favoritismo e mostrou-se otimista quanto a uma vitória em 2026. “Nós vamos ganhar”, declarou.
Sobre o projeto de campanha, o parlamentar citou o foco em segurança pública, com combate ao crime organizado. Também, o fortalecimento de valores conservadores e a aproximação das relações com os EUA.
Flávio também chamou a comunidade internacional a acompanhar o pleito eleitoral brasileiro em busca “de eleições livres e justas”, mas ponderou que país não quer intervenção internacional no processo.
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