Novo comandante-geral da Polícia Militar do DF toma posse após prisão da cúpula
Adão Teixeira assume o cargo no lugar do coronel Klepter Rosa Gonçalves, preso por suspeita de omissão no 8 de Janeiro
Brasília|Giovana Cardoso, do R7, em Brasília

O novo comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal, coronel Adão Teixeira, e a subcomandante-geral, coronel Ana Paula Barros, tomaram posse nessa segunda-feira (21). Teixeira assume o cargo no lugar do coronel Klepter Rosa Gonçalves, preso por suspeita de omissão nos atos extremistas de 8 de janeiro em Brasília.
Após a operação da Polícia Federal contra integrantes da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal, o governador Ibaneis Rocha havia confirmado que o então subcomandante-geral Adão Teixeira assumiria o cargo. As nomeações foram publicadas no Diário Oficial na última sexta-feira (18).
• Compartilhe esta notícia no WhatsApp
• Compartilhe esta notícia no Telegram
O coronel é formado em direito e pós-graduado em altos estudos pela Academia da PMDF. Ele já atuou nas áreas de tecnologia e informática da PM e da Casa Militar do DF. A nova subcomandante-geral, Ana Paula Barros, atuava como chefe do Estado Maior e é formada em educação física e em Direito.
Semana passada, Ibaneis comentou sobre o novo comando da polícia e ressaltou que espera que a corporação trabalhe "dentro da maior legalidade". "Sabemos que aquele momento era um momento de bastante conturbação por conta do resultado da eleitoral. O que a gente espera é que as coisas se esclareçam definitivamente", afirmou o governador.
Entenda a operação da Polícia Federal que prendeu a alta cúpula da Polícia Militar do DF
Entenda a operação da Polícia Federal que prendeu a alta cúpula da Polícia Militar do DF
PF faz operação contra cúpula da PMDF por atuação no 8 de Janeiro
A Polícia Federal realizou na manhã da última sexta-feira (18) uma operação contra integrantes da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal por suspeita de omissão nos atos extremistas de 8 de janeiro. Os alvos são suspeitos de omissão durante os atos de 8 de janeiro, quando manifestantes invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes. As prisões de oficiais foram solicitadas pela Procuradoria-Geral da República, após ter apresentado denúncia (leia mais aqui).




























