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Nunes Marques marca para esta quarta julgamento sobre posts de Nossa Senhora Aparecida

Retirada das postagens foi determinada pelo ministro André Mendonça na última sexta-feira; Flávio Dino anulou a medida

Brasília|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, marcou julgamento para decidir sobre posts que ligam Flávio Bolsonaro a projeto contra Nossa Senhora Aparecida.
  • André Mendonça, do TSE, ordenou a retirada dos posts, mas Flávio Dino, do STF, anulou a decisão.
  • Luiz Fux, também do STF, restabeleceu a ordem inicial de Mendonça.
  • Nunes Marques antecipou-se ao STF e pautou o tema no plenário do TSE.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Tema seria debatido no STF, mas Nunes Marques se antecipou e o pautou no plenário do TSE Fellipe Sampaio/SCO/STF

O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Kassio Nunes Marques, marcou para esta quarta-feira (30) sessão virtual para votar a derrubada de publicações que associam o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) a projeto para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil.

Na última sexta-feira (25), o ministro André Mendonça, que também integra a Corte, havia determinado a retirada de posts desta natureza. No Supremo Tribunal Federal, o ministro Flávio Dino anulou o feito sem fazer parte da Justiça Eleitoral.

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Luiz Fux, também do STF, restabeleceu a medida inicial. A expectativa de membros do Supremo Tribunal Federal era de que o tema fosse levado ao plenário da Corte.

Mas Nunes Marques se antecipou e o pautou no plenário do próprio TSE. O imbróglio começou quando perfis de esquerda passaram a promover a ideia de que evangélicos pretendiam aprovar lei de retirada da santa católica como padroeira do Brasil. A medida de Mendonça foi tomada na condição de membro do Tribunal Superior Eleitoral.

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Mendonça proferiu liminar em que mandou apagar os posts. O magistrado reconheceu “como notoriamente inverídico o núcleo factual segundo o qual Flavio Nantes Bolsonaro ou sua família propôs, articulou, apoiou, está comprometido com ou pretende promover a retirada de Nossa Senhora Aparecida da condição ou do título de Padroeira do Brasil”.

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