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PGR defende compartilhar com a PF provas contra Eduardo Bolsonaro para processo disciplinar

Para Gonet, o caráter público da investigação tornou-se ainda mais inquestionável para apresentação da conclusão

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu o compartilhamento de provas contra Eduardo Bolsonaro no STF.
  • A PGR argumenta que o compartilhamento é essencial para a eficácia de investigações e proteção dos direitos dos investigados.
  • Eduardo Bolsonaro enfrenta um Processo Administrativo Disciplinar por abandono de cargo após o término de seu mandato.
  • Ele tem 15 dias para apresentar defesa, sendo que atualmente se encontra em "lugar incerto e não sabido".

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Eduardo Bolsonaro, que é servidor da corporação, é investigado por abandono de cargo Câmara dos Deputados/Acervo

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu no STF (Supremo Tribunal Federal) a favor do compartilhamento de provas reunidas no inquérito que investiga o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) com um processo administrativo disciplinar aberto contra ele na Polícia Federal.

Segundo a PGR, o Supremo tem entendimento de que as provas colhidas em investigações criminais ou no curso da instrução processual penal podem ser compartilhados.


“É indispensável Resguardar os direitos fundamentais dos investigados e a própria efetividade das investigações em curso”, disse.

Para Gonet, o caráter público da investigação tornou-se ainda mais inquestionável com o encerramento de uma fase e a apresentação do relatório conclusivo pela Autoridade Policial.


“O compartilhamento de provas apresenta-se como medida relevante de economia da máquina pública e eficiência administrativa, evitando o dispêndio de recursos financeiros e humanos na reiteração de diligências para a descoberta de fatos já conhecidos e documentados”, afirmou.

PAD

A PF publicou na segunda-feira (16) um edital de citação para convocar o ex-parlamentar a responder a um PAD (Processo Administrativo Disciplinar). Eduardo, que é servidor da corporação, é investigado por abandono de cargo — o que pode levar à demissão dele do serviço público.


Após a publicação desse documento, ele tem 15 dias para apresentar defesa. A medida, assinada pela delegada federal Karen Cristina Dunder, destaca que Eduardo se encontra em “lugar incerto e não sabido”.

Além disso, após ter o mandato de deputado cassado em dezembro de 2025, por excesso de faltas, ele não se apresentou ao local de lotação para retomar as atividades de servidor.

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